Tuesday, March 20, 2012

O Ataque Das Eno-Carrocas. Chapter XXI

Leiam a materia que saiu na folha online no fim de semana. E melhor ainda, vejam os comentarios dos leitores. Havera SIM, BOICOTE ao vinho nacional, tomara que contra os grandes vendedores (nao disse produtores de vinhos). Os consumidores de vinhos finos nao sao os coitados descamisados ou gente de religiao que se manipula facilmente a cabecinha. BOICOTE neles.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1063203-sobretaxar-vinho-visa-combater-subsidio.shtml

Monday, March 19, 2012

Bom e Barato: Comidas

Entre Itatiba e Vinhedo surge um come come dos bons. Aquela coisa do ótimo e barato. Bistecao do Dito. Mega bisteca de boi (o chic hoje he dizer T-BONE), mas fuck it, eu digo bisteca. Tem torresmo de ótima qualidade e um balcão all you can eat para todos se matarem de comer. Lugar simples, mas com otima comida. Nao chegue tarde, vai ficar de pé.


Uma bisteca da para dois.... e por pessoa sai em torno de R$ 30,00. 


Sim, ha o custo do deslocamento e pedágio, mas e dai? Fiz minha parte. Faça a sua. 


Friday, March 16, 2012

Frase Da Semana

Brasil está se tornando um país caríssimo sem enriquecer.

Tomara que entendam isso. BBB fans, de volta a TV para vocês.

EDITORIAL EXTRA. Protecionismo e Barreiras. Consequências

Enquanto eu fico pasmo ao ver que pouquíssimas pessoas resolveram falar um minimo sobre a aberração protecionista eno-populista-brasileira, vou escrever aqui para mostrar aos poucos leitores (mas leitores de qualidade, o que me deixa muito mais satisfeito que milhões de acessos que pouco valem). Será que nada falam porque não tem capacidade cognitiva ou simplesmente querem agradar a todos? Não sei....


O que se conta e se sabe no RGS é que muito pavão (como tem puxa-saco dessa gente em eventos) está quebrado. Financeiramente são pintinhos bem mansos. Quebradinhos mesmo. E essa seria a última chance dessa gente tentar levar a vida. 


Sou economista amador, vou poupar todos de dados sobre o tema, mas lendo os excelentes economistas de plantão (todos tem blogs independentes, acompanhem essa turma) em varias línguas, da para sacar o que tem de ruim nessas medidas, sejam para quais produtos aplicadas.


acima uma foto de um produtor gaúcho que está todo contente com as novas medidas do governo que podem passar em breve. Mal sabe o que lhe espera....


Sobre barreiras e protecionismo + subsídios (ultra comuns na EU. Sabia que seu queijo italiano chega ao mercado somente por causa de subsídios? Tira isso e vai ver para onde vai o preço. Muitos lá quebrariam). 




O que causam nos mercados?


1. Primeiramente os subsídios criam uma distorção de mercado. O que era para custar XX aos consumidores acaba saindo por X, mas a custa do erário, aquele trouxa que sempre paga impostos. Ou então o governo banca a conta aumentando o deficit orçamentário.


2. As barreiras aumentam inflação interna. Como? Os produtores do mercado interno se sentindo mais protegidos e com menos competição aumentam os preços. ISSO SEMPRE OCORREU na historia humana. E os produtos importados, continuarão a entrar, só que com valor aumentado. Vinhos que custavam x passarão a custar x.4, xx....legal né?


3. O vinho tinto fino brasileiro sofre de um mal que muitos países nao tem: Condicoes agronomicas desfavoráveis. Se depender do clima da maldita serra para produzir coisas boas COM GRANDES VOLUMES senta numa cadeira (de preferencia das boas, importadas) e espera. Ou então parte para o laboratório. Compre bastante enzimas e produtos para alterar o gosto dos vinhos ordinários.


4. Com tanta informação disponível e a rápida disseminação dessa informação, o cliente hoje está ciente do que os produtores estão querendo e aprontando. Resultado? Boicote. E essa palavra pega e tem poder. Esses idiotas não percebem que no pais da cerveja e da cachaça ha zilhões de substitutos ao vinho. Compre acoes da INBEV. Aposto que o consumo de cerveja (posso chamar de cerveja aquilo??) vai subir. Mesmo para destilados.


5. Aumento do contrabando. Preciso falar mais sobre isso?


6. Aumento do sub-faturamento. Ah.....sabe o que é  isso? O importador vai pagar menos (oficialmente) ao comprador, mas vai pagar por fora grande parte da conta. Esse truque foi o que (segundo a receita federal) varias madames de SP fizeram para amealharem muito dinheiro em poucos anos. Aposto que a receita tem uma divisão para pegar essa gente, mas fica difícil pegar todos.


7. Com o limite de entrada de vinhos, as importadoras focarão nos vinhos melhores. OPA, COMO ASSIM?? Fácil. Elas vão importar os melhores pagando menos por eles. Nao vai compensar queimar muito volume com vinho ruim (que ficará mais caro). Se um tonto quiser importar milhoes de garrafas de lambrusco a 0,50 centavos de euro, será impedido de trazer os melhores vinhos. Haverá limite de importação, lembra?


8. Resultado de tudo isso? Prejuízo ao consumidor. Muitos serão punidos por causa de poucos. Mas também haverá prejuízo aos produtores em dinheiro e em imagem. E o nível dos vinhos importados melhorará por conta dessas barreiras. Vencedores nessa conversa? Europa, Africa do Sul e Argentina.


Abaixo, uma eno-carroça gaúcha que optou por proteção do governo.









Dica Cultural. Vamos Subir o Nivel??


Essa fica para os mais espertos, inteligentes que tem muita proteína na cabeça: Imperdível para os mais novos ou com menos de 40 anos: The network {ou numa traducao imbecil "rede de intrigas"(1976). Tudo que o ser humano é  há muito tempo. Ou você acha que somente nossa geração é essa porcaria??

Link AQUI

A todos meus inimigos: continuem a assistir muita televisão, especialmente aos domingos. 


Protecionismo e Salvaguarda News

Reportagem do Valor de hoje.

Agora pretendem ampliar a producao. Otimo. Quero ver que tipo de tonto vai comprar um vinho normal do RS por R$ 60,00 em SP.


Vinícola nacional promete ampliar e 


melhorar  produção. 




Por Sérgio Ruck Bueno | De Porto Alegre
Ayrton Vignola/Folhapress / Ayrton Vignola/FolhapressPlantação de uvas próxima à sede do grupo gaúcho Miolo, um dos maiores produtores de vinho do mercado brasileiro, em Bento Gonçalves (Rio Grande do Sul)
Caso o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) decida impor salvaguardas contra vinhos finos importados, as vinícolas brasileiras se comprometem a ampliar e desconcentrar a produção de uvas viníferas no país, reduzir custos e melhorar a qualidade da bebida nacional. Só na implantação de 3 mil hectares de novos parreirais os aportes chegarão a R$ 219 milhões em oito anos, além de R$ 40 milhões em um programa de marketing para estimular o consumo do vinho nacional.
As medidas integram o termo de compromisso incluído na circular que oficializa o início da investigação pelo Mdic, publicada ontem, na qual a indústria também reivindica ajustes nas áreas tributária e "creditícia", entre outras, para garantir a "sustentabilidade" do setor. Mas nem as promessas nem os indícios de "grave prejuízo" causado ao setor pelos produtos estrangeiros, identificados pelo ministério, vão encerrar a queda de braço entre produtores nacionais e importadores.
No pedido de salvaguardas, as vinícolas alegam que a participação dos importados no consumo doméstico de vinhos finos cresceu de 67,1% para 78,7% de 2006 a 2010, estimulada pela redução da demanda nos países desenvolvidos e pela entrada, em alguns casos, de produtos com preços similares aos custos de produção no Brasil. Em 2011, a fatia chegou a 78,8% do mercado, que totalizou 92,2 milhões de litros, conforme a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), uma das signatárias do pedido ao Mdic.
O problema, conforme a diretora executiva da Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA), Raquel Salgado, é que o pedido de salvaguarda adota uma premissa "equivocada" ao expurgar dos dados o consumo de vinhos de mesa, feitos a partir de uvas comuns. Nesse segmento, no qual os importados não concorrem, a demanda chegou a 222 milhões de litros em 2009, diz a executiva.
Segundo Raquel, os importadores vão preparar a defesa para apresentar ao Mdic no prazo estipulado de 40 dias. "Lamento profundamente a atitude deles (dos fabricantes nacionais)", diz ela, que propõe, como alternativa, ações conjuntas de promoção do vinho brasileiro e importado e pela desoneração do produto nacional. Para ela, enquanto o setor briga entre si, bebidas concorrentes como as cervejas especiais ganham espaço no mercado.
Carlos Paviani, diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), outra entidade que pede as salvaguardas, pensa diferente. Para ele, a proteção é necessária para permitir que o setor ganhe competitividade e cresça de forma equilibrada com os importados no mercado nacional. O setor afirma ainda que os importados forçaram uma redução de 20,3% nos preços do vinho nacional no mercado interno de 2006 a 2010, em valores corrigidos, o que reduziu em 85,6% o resultado operacional das indústrias brasileiras no período.
Segundo Paviani, o pedido das entidades é que a salvaguarda seja aplicada por três anos, prorrogáveis por mais cinco. Nesses oito anos, o setor promete aumentar de 8 mil para 11 mil a área de parreirais de uvas viníferas no país, dobrando as plantações nas novas regiões produtoras (Vale do São Francisco, metade sul do Rio Grande do Sul e serra catarinense), para 6 mil hectares. Ao mesmo tempo, os 5 mil hectares na serra gaúcha, polo mais tradicional do país na produção de uvas e vinhos, seriam modernizados e qualificados.
O cultivo nas novas regiões permitirá uma redução de custos em até 35%. O ganho terá reflexos na diminuição dos preços ao consumidor, principalmente de "vinhos de entrada", vendidos no varejo entre R$ 10 e R$ 20, diz Paviani.

Wednesday, March 14, 2012

Mais Sobre Os Protecionistas...

So ler. Bem interessante. E ai gente, vamos boicotar essa turma? Nã comprem vinho nacional das grandes vinícolas. So isso.


ISTOÉ Dinheiro: Afasta de mim esse cálice

Luis Artur Nogueira e Suzana Barelli

14/03/2012

Importadores reagem à ameaça do governo de adotar salvaguardas contra os vinhos estrangeiros. A conta pode ser paga pelo consumidor. Por Luís Artur NOGUEIRA e Suzana BARELLI

Festa Nacional da Uva é uma tradicional celebração que atrai anualmente milhares de turistas a Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. Na edição deste ano, foram consumidos 215 mil quilos de uvas ao longo de 18 dias do evento, que teve desfile cênico musical e shows com artistas famosos. Foi na abertura da festa, no entanto, após a visita da presidenta Dilma Rousseff, que os produtores de vinhos caíram na folia. “Vocês agricultores estejam certos de que têm na presidenta uma parceira,” disse a mineira Dilma, que viveu décadas no Rio Grande do Sul, aos participantes do evento. Era o sinal verde do Planalto para o estudo de uma série de salvaguardas e medidas comerciais que, se implementadas, vão encarecer e reduzir as opções de vinhos para os consumidores brasileiros.

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Retrocesso: Ciro Lilla, da importadora Mistral, diz que o setor de vinhos pode voltar
ao fim dos anos 1980, com poucos rótulos e de qualidade duvidosa.
 
Num momento sensível para a economia brasileira, em que o governo tenta combater a chamada guerra cambial, os fabricantes nacionais reclamam da “invasão” de vinhos importados. Uma análise fria dos números, no entanto, mostra que as reivindicações deles não se sustentam. O que está em jogo é o prestigiado e rentável mercado de vinhos finos, que, no ano passado, movimentou 92 milhões de litros no Brasil. Desse total, 78,8% são produtos importados, que vêm principalmente do Chile, da Argentina e da Itália. Mas para entender o problema é preciso analisar o mercado inteiro, que inclui os vinhos de mesa e os espumantes, elevando o volume consumido para 343 milhões de litros.  
 
Aí se verifica que, ao contrário do que ocorre em relação aos vinhos finos, esse imenso mercado é amplamente dominado pelos produtores nacionais, que detêm uma fatia de 77,4% (veja quadro ao final da reportagem). “Estamos investindo em tecnologia, mas precisamos de pelo menos cinco anos de proteção para colher as primeiras safras de uva e produzir os vinhos”, diz Alceu Dalle Molle, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que representa os produtores nacionais. Para dar tempo às vinícolas brasileiras de se preparar para enfrentar a concorrência dos estrangeiros, articula-se em Brasília dobrar o imposto de importação dos vinhos europeus e adotar salvaguardas, como a criação de sobretaxas. 
 
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Proteção preventiva: Alceu Dalle Molle, do Ibravin, quer salvaguardas para reduzir
a concorrência estrangeira.
 
O tema está sob análise dos técnicos da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, que estão averiguando os documentos encaminhados pelo setor vitivinícola. O governo precisa comprovar a prática desleal pelos estrangeiros para justificar as salvaguardas. Atualmente, apenas uma medida desse calibre está em vigor, contra a importação de coco ralado. “Além de ter um efeito parcial, já que a Argentina estaria isenta da medida por ser do Mercosul, a salvaguarda fatalmente vai gerar retaliações de outros países, prejudicando nossas exportações”, afirma Raquel de Almeida Salgado, presidente-executiva da Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA). “E se a sobretaxa for aplicada, os vinhos importados ficarão 23% mais caros.”
 
Outra medida que vem assustando os importadores é a proposta apresentada  pelo Ministério da Agricultura de que o rótulo frontal do vinho tenha expressões em português. Normalmente, essas informações vêm no contrarrótulo, que é afixado no Brasil. A mudança obrigaria os produtores de outros países a elaborar rótulos exclusivamente para o mercado brasileiro. “Precisamos de pressão internacional para coibir estas ações das vinícolas nacionais”, diz Jorge Lucki, um renomado consultor de vinhos. “É uma forma de acabar com o mercado do vinho europeu no Brasil.” O empresário Ciro Lilla, presidente da Mistral, a maior importadora do País, também não vê motivos para tanto agito em Brasília. 
 
“Se as medidas propostas pelo Ibravin forem aprovadas, iremos retroceder ao fim dos anos 1980, quando as cartas de vinho tinham poucos rótulos, muitos de qualidade duvidosa”, afirma Lilla. Os especialistas em vinhos consideram antipática a posição dos produtores brasileiros. “Se a medida passar, vou propor um boicote aos vinhos nacionais”, diz Mario Telles, vice-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP). Os principais fabricantes nacionais preferem não falar publicamente sobre o assunto e deixam a palavra com o Ibravin. “O que ninguém explica é por que  um mercado que cresceu mais que o dobro do PIB precisa de medidas radicais”, diz Lilla, da Mistral. “Se cresceu tudo isso, como pode estar em risco de colapso?”
 
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ESCANDALO do Queijo Suico. EXCLUSIVO So AQUI!!!


Basileia, com ajuda da sucursal de Pelotas URGENTE

Esse blog conseguiu ter acesso a maior fraude da historia do planeta; alertado por produtores nacionais de queijos “finos” consegui ver documentos que provam a fraude do queijo suíço. Um embuste. 

Segundo Paula Notoba, assessora de imprensa dos produtores, o queijo suíço Gruyere e Emmental possuem furos e buracos que enganam o consumidor.

“o queijo suíço é uma fraude ridícula. O consumidor compra o produto e não sabe que os furos que ali estão são obra do demo, obra  de uma fraude histórica. Está na hora da verdade. O consumidor precisa de queijos sem furos. O governo já deveria estar tomando as providências para barrar o queijo suico. De agora em diante as importações sofrerão grandes impedimentos", completou a acessora.


Nabunda Donosor, consultor do ministerio da tradicao, familia e propriedade alheia disse que o governo levantará barreiras contra o queijo fraude em poucas semanas. "Os mais afetados estão no Rio Grande do Sul, onde faz-se o melhor queijo do planeta, e o mais honesto também. Milhares de produtores não conseguem entender como o brasileiro ainda compra queijo com furo ao inves do queijo gaucho. Nabunda não soube explicar como o queijo suiço atravessa o oceano e ainda custa menos que o queijo nacional, APESAR do governo Suiço ter retirado subsidio do queijo desde 2011. 

A embaixada suíça falou que se realmente houver essa barreira o país deverá dificultar a importação de travestis e prostitutas brasileiros, o grande produto de exportação brasileira na Suíça. 


Hans Sauerkratwaschen, adido da embaixada falou que a Suiça dará prioridade aos travestis e prostitutas do leste europeu. "Loiras e poliglotas", segundo ele.

Tuesday, March 13, 2012

Mais Informacao Sobre a Falta De Bom Senso #protecionismoaosincompetentes


Da veja online. 12/03/2012

Vinho também entra na mira do protecionismo

Ministério do Desenvolvimento estuda pedido de salvaguarda que poderá restringir a importação de vinhos no Brasil

Ana Clara Costa
Taças de vinho
Vinhos europeus, americanos e australianos: alíquota de importação poderá chegar a 55% (Matthieu Cellard)
Os vinhos nacionais perdem mercado a cada ano para os importados. Em 2005, eram trazidos ao país cerca de 37 milhões de litros de vinhos. Em 2011, esse número saltou para 72 milhões de litros
A cartilha que prega a política de conteúdo nacional e reserva de mercado no Brasil ganhou recentemente um novo capítulo. O vilão, desta vez, é o vinho importado. No país da cerveja e da cachaça, as 70 milhões de garrafas de vinho que chegam anualmente do exterior incomodam de maneira contundente os produtores nacionais. Agora, eles estão próximos de ganhar um pleito antigo: o do aumento do imposto de importação de 27% para 55% para o produto vindo do exterior. O pedido, articulado entre os grandes produtores vinícolas do Rio Grande do Sul, a bancada gaúcha no Congresso e o governo do estado, prevê a implantação de uma medida de salvaguarda para “proteger” os fabricantes locais da chamada “invasão” de importados.
Se aprovada, ela recairá sobre os produtos vindos da Europa, Estados Unidos e Austrália e, possivelmente, do Chile – que é responsável por 36,6% das importações de vinhos no país. Argentina e Uruguai são protegidos por uma cláusula do tratado de livre comércio do Mercosul que prevê isenção de impostos para importação de vinhos finos – aqueles produzidos a partir de cepas de boa qualidade, como malbec, por exemplo. Contudo, o governo brasileiro poderá lançar mão de outras alternativas para dificultar a aquisição destes bens dos vizinhos, como estabelecer o sistema de licença não-automática aos lotes enviados ao Brasil – prática usada constantemente pelo parceiros de Mercosul como barreira ao livre comércio. Já o Chile, que também tem o benefício de alíquota zero no imposto de importação, poderá ser alvo de cotas máximas (como o Brasil pretende fazer com o México na questão automotiva), ou ter de exportar ao país vinhos mais caros, que não concorram com a indústria que abastece a classe média.
Plantação de uvas no Vale do Elqui, no Chile
Vinhedos no Vale do Elqui, no Chile: país será o mais afetado por medida de salvaguarda
Discussões – De acordo com Henrique Benedetti, presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), entidade que representa os produtores, há pelo menos quatro medidas que podem ser tomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) para restringir as importações: aumento de imposto, criação de cotas, definição de um preço mínimo para o produto e a mudança na política de licenças para os países do Mercosul. Segundo fontes ouvidas pelo site de VEJA, todas elas já foram discutidas com a própria presidente Dilma Rousseff, no início de fevereiro, quando ela visitou o município de Caxias do Sul (RS) para abrir a tradicional Festa da Uva.
Atualmente, um Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa Externa Comum do Mercosul (GTAT-TEC), gerenciado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) do MDIC, analisa dados enviados pelas entidades do setor para comprovar quão “nocivos” os vinhos estrangeiros são para a indústria nacional. O MDIC investigará por cerca de um ano as estatísticas setoriais e só então poderá tomar uma decisão sobre o pedido de salvaguarda. Segundo a assessoria de comunicação do Ministério, não há previsão para o término dos estudos técnicos e a pasta não irá se pronunciar sobre esse tema por enquanto.
Concorrência – De fato, os vinhos nacionais perdem mercado a cada ano para os importados. Em 2005, eram trazidos ao país cerca de 37 milhões de litros da bebida. Em 2011, esse número saltou para 72 milhões de litros de acordo com números do Ministério do Desenvolvimento. Nesse período, a produção nacional encolheu de 22 milhões de litros para 19 milhões de litros, segundo dados da Uvibra. Em contrapartida, o dólar se desvalorizou 33% em relação ao real e a renda do brasileiro aumenta a cada ano. Além disso, o vinho ganha cada vez mais espaço no cotidiano dos consumidores no país – muitas vezes graças aos baixos preços praticados pelos produtores dos países vizinhos.
O resultado é que o consumo aumentou, mas os produtores nacionais não conseguiram aproveitar essa onda por falta de competitividade. “A culpa não pode ser atribuída aos importadores, mas sim à própria estrutura produtiva do Brasil que é pouco competitiva, o que não é novidade para a indústria, infelizmente”, afirma Welber Barral, ex-secretário de Comércio do MDIC e sócio da consultoria Barral MJorge Associados.
Reserva de mercado, de novo – A situação absurda, neste caso, configura-se quando o próprio setor produtivo, em vez de exigir melhores condições de competitividade, articula com o governo a criação da reserva de mercado. “O problema não é o custo Brasil e sim o fato de os produtores estrangeiros despejarem seus produtos em nossos mercados porque a Europa e os Estados Unidos estão consumindo menos”, argumenta Benedetti, da Uvibra, ao se referir à queda no consumo de vinho dos países desenvolvidos devido à crise financeira internacional. Segundo o empresário, que é dono da vinícola Lovara, há concorrência desleal por parte de alguns portos do país, como o de Itajaí (SC), que reduzem por conta própria a tributação do ICMS para atrair importadores de vinhos a desembarcar em seus estados.
Na Câmara dos Deputados, em vez de a discussão servir como forma de pressão para que o governo execute reformas estruturais que desonerem a indústria, deputados como Nelson Padovani (PSC-PR) proferem verdadeiras odes ao protecionismo. Em discurso na Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), o parlamentar mostrou-se indignado com um projeto de retirar o imposto de importação sobre os vinhos portugueses, que representam menos de 5% das importações do produto no país. “Exatamente no momento em que o Rio Grande do Sul está passando por crises por problemas climáticos, vem agora alguém – naturalmente a pedido de algum importador – propor isenção aos vinhos importados. Ora, aquele que consome o vinho importado – que é o segmento que mais cresce no Brasil – é porque tem poder aquisitivo, então que pague o preço”, disse.
Promessa de modernização – A ideia dos produtores é que a barreira, seja ela qual for, permaneça em vigor por, no mínimo, quatro anos, para que as vinícolas consigam finalizar um plano de modernização iniciado três anos atrás – e ameaçado pela queda do consumo de vinhos nacionais. A estimativa do setor é de que haja um excedente anual de 40 milhões de garrafas. “No curto prazo, isso (a reserva de mercado) irá ajudar os produtores. Mas e depois? Até quando o Brasil vai precisar recorrer a esse tipo de medida?”, questiona Antonio Cesar Longo, presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS). A resposta a esse enigma está na condescendência do Palácio do Planalto, que já prometeu que dará “atenção especial” ao problema, segundo afirmou ao site de VEJA uma fonte ligada ao assunto.

Monday, March 12, 2012

Pequenos Vinhos, Grandes Precos

Direto de Bordeaux, O Bom, O Mau E O Feio.

Sabado passado na loja abri um gran vin de bordeaux, Medoc. Um vinho caro ate...(nome dele  Chateau La Lauzette Haut Medoc Declercq 2007  ), mas mais uma vez me certifiquei que a regiao NAO VALE O QUE COBRA pelos vinhos. Sejam os maravilhosos premier grand cru ou vin de pays da vida.

Ja falei isso aqui, frances tem cara de e age como tonto, mas no fim engana a todos.

Enquanto houver chines pagando o que querem os negociants, bordeaux vai continuar a surfar nos precos ridiculos de caros. Dos bons e dos bem meia boca vinhos.


Saturday, March 10, 2012

1,200 acessos em um ano!!! Obrigado!!!

Na busca incessante em melhorar minha auto-estima essa semana o blog atingiu a marca de 1,200 acessos! Claro que 900 foram da minha empregada que obteve ordens para ficar clicando na homepage so para registrar os hits. Pensem so, 1,200 acessos em um ano!!!

O ser humano atual merece todo nosso desprezo. Gente estranha.

Oh wow, se voce ainda nao reparou que estou sendo sarcastico he melhor se enforcar numa arvore de macarrao.

Friday, March 9, 2012

Vinho Nacional Brilha Na Europa!

Abaixo uma foto do vinho nacional brilhando nos estrangero!!! Apos o flash de uma foto besta e exposição da luz o vinho brilhou mesmo. Parabéns aos donos da vinícola por mais essa vitoria!

que conversam mais piegas essa de "nossos vinhos brilham na europa"???. Os vinhos sao seus ou meus? NAO. Sao dos outros, for fuck's sake. Os donos que ganham com isso, nao nos. Ecate.

Brasil E Vinho Branco. Por Que Nao? Porque....

Apos trocar algumas palavras com seres humanos presentes na degustacao do Hotel Hyatt de quarta passada cheguei a conclusao que realmente o brasileiro tem motivos para nao gostar de vinhos brancos. E o motivo he simples: Brasileiro nao tem como gostar porque os otimos vinhos brancos sao muito caros e inacessiveis. 


Os brancos que degustei no evento sao simplesmente impossiveis de terem uma avaliacao negativa. Tudo de otimo que um vinho tem que ter eles tem. E isso que nem estou falando de borgonha.


Tomar um chardonnay nacional ou argentino mega barricado por R$ 50.00 realmente desestimula qualquer um.
Chileno por R$ 100? Para quem?


E um  premier grand cru classe por R$ 600? 



Thursday, March 8, 2012

E Por Falar Em Pontos...Leitura Obrigatoria


Parece que estamos certos a respeito dos pontos....


Wine Ratings May Be Meaningless for Most People

TUESDAY, March 6 (HealthDay News) -- When it comes to wine, a new study suggests that the ratings and reviews of experts may be lost on many consumers.
The professionals seem to have a much more sensitive sense of taste than most people, researchers from Penn State University explained. As a result, wine experts are able to tell the difference in a wide range of flavors that other people just can't taste.
"What we found is that the fundamental taste ability of an expert is different," John Hayes, an assistant professor of food science and director of Penn State's sensory evaluation center, said in a university news release. "And, if an expert's ability to taste is different from the rest of us, should we be listening to their recommendations?"
For the study, the researchers asked 330 people who attended wine-tasting events in Ontario to sample an odorless chemical, called propylthiouracil, PROB or probe, which used to measure reactions to bitter tastes. People with an extra sensitive sense of taste will find this chemical very bitter, the study authors noted. Those with a normal sense of taste, however, will find the chemical only slightly bitter or tasteless.
"Just like people can be color blind, they can also be taste blind," Hayes explained.
After using a short questionnaire to distinguish the wine experts from the wine consumers, the investigators found that wine experts were much more likely to find PROB bitter than non-experts.
"Statistically, the two groups were very different in how they tasted our bitter probe compound," said Hayes.
The study, published in the March issue of the American Journal of Enology and Viticulture, suggested that expert recommendations may be based on tastes that are too subtle for the average person to notice, such as grapefruit, grassy notes or the balance of sugar and acid.
Experience may have something to do with it, but the authors pointed out that previous research has shown that biological factors may explain the very sensitive taste of experts.
"It's not just learning," concluded Hayes. "Experts also appear to differ at a biological level."

Voce Ja Degustou Um Vinho de 100 pontos?

Tive a rara chance de tomar vinhos com 100, 99 e 98 Parker points no evento do Hyatt ontem.

Ha diferenca muito grande entre um vinho de 100 pontos e um de 93? Como ja desconfiava a resposta he NAO. Em alguns casos avaliei os vinhos como muito, mas muito proximos. E nao vi estrelas nem fadas cantando apos beber os vinhos. Vi sim um monte de morto de sede ao meu lado falando portugues macarronico aos franceses.

Pontos servem para avaliar um vinho, mas a nossa percepcao e gosto individual ainda superam a bobagem dos pontos todos. Me da um 90+ que ficarei contente mesmo assim.

Vale a pena por no curriculum degustativo vinhos de 100 pontos, mas confie em voce. Se voce gosta daquele vinho independemente de 100 ou 88 pontos, va nessa.

Union Grand Crus De Bordeaux Em SP

Nessa quarta consegui sorrateiramente entrar no Hyatt Hotel em SP para acompanhar o evento acima descrito que inicia o ano no quesito feiras e degustacoes.


Tive a sorte de conversar com alguns produtores durante longos minutos. Perguntei tudo que quis. Experiencia sem igual.


Havia grandes produtores, tintos, brancos e sauternes para avaliacao de todos. Legal degustar vinho com gosto de vinho, just for a change. Que saco ter que voltar aos pessimos argentinos, chilenos e nacionais feitos em laboratorio. Tomara que demore um bom tempo antes de ter que degustar alguma bomba fast food wine com fritas e milkshake.


Bordeaux do bom he uma maravilha. A safra 09 dos tintos foi uma safra muito feliz, e esta bem comercial na opiniao de muitos, incluindo os produtores. Mais docil, mais suave, mais frutada. Taninos bem macios. Essa he a safra que estava disponivel em 99% das mesas. 


Claro que ao saber que tipo de vinho estava tomando e de onde vinha minha percepcao mudou. Automaticamente comecei a atribuir pontos mais altos aos vinhos, but fuck it.


Os vinhos brancos foram um destaque a parte. Grandissimos vinhos. Espetaculares. Fabulosos e menos caros que os tintos. 


Sauternes he sempre um show e vale a experiencia. Premier cru classe Sauterne? Dio mio....che delicia. E agora a depressao....cosecha tardia argentino no fim de semana. Ha!


De meio negativo fica de novo o item preco. Bordeaux surfa bem na onda da oferta e procura e fica inviavel para o consumidor A. Somente AAA para comprar os vinhos de la pelos precos pedidos pelos negociants. Para quem nao sabe os chateaus tem pouco vinho disponivel. Ja esta tudo na mao do intermediario.


Novamente recuso a pagar por os vinhos bons (vinho com gosto de vinho mesmo) pegue um preco tao, tao, tao salgado.


Boa experiencia no entanto. Nao vejo a hora de visitar alguns produtores que conheci, mas dessa vez no local.

Wednesday, March 7, 2012

Restaurant Week, DE NOVO.

E la vão vocês para o restaurant week novamente. Ponto para a boa ideia de fazer uma "promocao" que nada nada, cria demanda. Aquece o setor, que sem isso estaria mais devagar nessa época.


Acontece que hoje em dia ate a barraquinha do Ze Chupa Prego entra nessa de RW. E ai que o incauto (trouxa adora a palavra promocao, OFF, liquidacao) morde a isca e vai gastar os R$ 40.00 (mais cafe e estacionamento) em restaurantes que normalmente servem a  mesma comida a R$ 5.00 a mais.


Fica a sugestão do mestre divino.... escolha com carinho mesmo, porque há muita bomba nessa lista de restaurantes (falo de SP, capital).


Ciclistas Gauchos Aprovam a Lei da Descida Eterna

Genebra. Urgente (com agencias internacionais)


Com grande apoio dos produtores de vinhos nacionais o governo conquistou grande vitoria hoje na Associacao Internacional de Desocupados (AIDS). Ha anos (sem trocadilhos, por favor) que os ciclistas gauchos reclamam que os ciclistas europeus gozam (sem trocadilhos) de grandes vantagens no esporte pois os alpes varios da europa possuem grandes descidas.


"As descidas dos Alpes criavam distorcoes de mercado nao corrigidas, sendo que na serra gaucha os ciclistas honestos tinham que enfrentar subidas" afirmou Socorram Marrocos, presidente da liga no Brasil.


O governo conseguiu com que de hoje em diante os ciclistas gauchos tenham os mesmos direitos, ou seja, nao importa aonde vao, sempre havera uma descida para os ciclistas. Dessa maneira calcula-se que o injusto trajeto ciclistico seja eliminado e assim, quem sabe, os ciclistas gauchos se tornem aquilo que para qual nasceram: dominar o mundo nessa arte, tambem.


A decisao foi celebrada com uma rodada de sauna gaucha com muito vanerao, vinho da serra e churrasco de vazio. Somente homens foram permitidos na festa.

Tuesday, March 6, 2012

Em Tempos De Dificuldades O Brasileiro Mostra a Verdadeira Face

Que orgulho morar no Brasil. 


Já esta faltando combustível nos postos em SP, capital. Sabendo que os consumidores realmente precisam do liquido precioso e não tem alternativas (ou OUTRAS ALTERNATIVAS, como dizem por ai. Pronto, aula de português gratuita) aumentaram bem os preços dos combustíveis em 2 dias.


E agora vai a pergunta: Você vai continuar a abastecer no posto que te F. durante esse período meio tumultuado???


Ferro mesmo nessa turma de Gersons. 


O pior do Brasil é o Brasileiro.


Barreiras e Restricoes a Importados Devem Aumentar Contrabando

Assunto lembrado por quem ja morou em regiao de fronteira brasileira: Quanto maior a barreira a um determinado produto maior a procura por ele, e maior o contrabando.


Alguem ai acha MESMO que o charuto cubando deixou de entrar nos USA desde 1960?


Sorte do pessoal da fronteira que devera triplicar o faturamento de lanchonetes e banheiros de estrada.


Governos populistas e protecionistas, fazendo tontices desde 1500.



Monday, March 5, 2012

O Sistema De Pontos Ainda Anima? Quem?

Who the fuck cares??


A polemica a nível mundial da semana passada (ui, ai) foi a divulgacao por parte do saudoso e honorável Robert Parker, que andou dando 100 pontos para vinhos que haviam recebido BEM MENOS de outros críticos alem da pontuacao perfeita para vinhos de Bordeaux que ainda estão em barricas.


Honestamente, para quem ainda interessa o super interesse pelas altas que essa gente dá aos vinhos? Certamente não para clientes finais com proteína na cabeça e alguma capacidade cognitiva. 


Eu tenho vinhos de importacao com pontuacao RP alta, mas meus clientes na loja nem querem ouvir falar em pontos. Tentei esse truque antes. Parece-me a mim para eu que isso é um excelente sinal. Chega dessa porcaria de pontos.


Qual foi o ultimo filme que vi baseado na critica? Nem me lembro, mas sei que sempre que li alguma "critica" dessa turma me ferrei.


Qual foi o ultimo restaurante que fui por causa de uma veja ou algum folha de s. paulo da vida? Não sei, nem quero saber.


Chega de Parker e amigos. Confie nas dicas dos seus companheiros, naquele vendedor de muitos anos (leitores do RS, calma, sem trocadilho) e no seu feeling.


Ainda assim se alguem quiser ver quais os vinhos de Bordeaux que levaram um 100 para a barrica a lista esta aqui LINK .


"PONTOS!PONTOS!PONTOS! Chega disso!!!! 

Que disposicao.....

Friday, March 2, 2012

EXCLUSIVO: Vitoria Histórica Da Igreja Levanta a Industria do Vinho Nacional

Jerusalém, Urgente. Direto do ministerio da Babaquice:

Numa das maiores reviravoltas da historia da Biblia, A Igreja De Cristo Tem Dinheiro anunciou hoje que em colaboração com os produtores de vinhos nacionais conseguiu alterar TODAS as passagens da biblia que omitiam verdades. A saber:


A partir dessa data no diário oficial da igreja e do ministério dos otários, todas as biblias que estão no Brasil terão que dizer que:

  1. Cristo transformou água em vinho nacional gaúcho e que na festa todos adoraram o vinho. 
  2. Cristo nasceu, cresceu e produziu vinho gaúcho na Serra Gaucha. Melhor vinho do mundo ha mais de 2,000 anos
  3. No milagre dos peixes e paes não houve nada disso. Cristo multiplicou vazio e costela para os gaúchos. Os pães na verdade eram mandioca (o termo AIPIM deverá ser usado obrigatoriamente) foram usados para empurrar o vinho nacional goela abaixo.
  4. Moises tomou espumante nacional antes de dividir o mar vermelho. O mar vermelho, delicioso e suave, era feito de vinho gaucho.
  5. Adao ofereceu vinho chileno e argentino à Eva, e por isso foram expulsos do paraiso.
  6. Caim foi assassinado apos tomar malbec argentino. A serpente prometeu proibir importação de vinho estrangeiro.
  7. Um dos ladroes que foi crucificado foi condenado por ter importado vinho europeu com bons preços.
  8. O berço de Jesus foi feito no Brasil com madeira brasileira. Herodes proibiu importação de berços estrangeiros. Todas crianças que dormissem em berços importados seriam executadas.
  9. As piramides do Egito foram construídas graças ao vinho nacional, que deu a energia e alegria que todos precisavam.
  10. Maria Madalena vendia vinhos importados. Foi apedrejada por transpor a lei que abominava vinhos que nao fossem gauchos.
  11. No setimo dia, Deus tomou um delicioso vinho da serra gaucha e abriu um sorriso dizendo "Em verdade vos digo, nao havera nada melhor que isso no meu mundo".
  12. Satanas tomava vinhos europeus e chilenos escondido. Foi pego e expulso do ceu.
  13. Na ultima ceia foi oferecido aos comensais vinhos europeus, IMPORTADOS. Ao saber disso o exercito romano chegou de camburao dando borrachada em todos. Judas disse que Jesus era o responsavel pela importacao de vinhos estrangeiros, que prejudicavam a industria nacional.

Thursday, March 1, 2012

Empresas Que Mentem Tem Vida Longa? Ou Os Enotrouxas Nao Acabam Nunca?

Pergunta que me veio a mente quando recebi sabado (25/02) mais um e-mail de um emporio de SP dizendo que a oferta era imperdivel. Nao so era nao imperdivel, como o preco era ridiculamente alto para um sauvignon blanc da NZ que ate he bom, mas feito as milhoes de garrafas, pois esse eu vejo em todos os paises para onde vou.


Uma garrafa pode ser encontrada por ai por R$ 100 ate 125.00 tranquilamente e o cidadao me coloca o vinho a R$ 145.00. Pensei que fosse DE xxx POR yyy, mas nao, era 145.00 na veia mesmo. E ainda tinha opcao de comprar a caixa.


Sou pro-lucro. Se  uma vinicola nacional vende uma bomba por R$ 80.00 direto ao consumidor e o cara compra, azar de um, sorte de outro. Mas se eles falam que a oferta he irrecusavel, o vinho he fabuloso e nao he, creio que a vida dessa empresa sera curta. Quantos enotrouxas eles serao capazes de renovar? Quantos ciclos de enganacao havera por determinado periodo? Eu acho que uma hora as pessoas se cansam de serem passadas para tras, ou nao?


Mas pergunto as pessoas aqui que tem muito mais experiencia e capacidade intelectual se voces se lembram de casos de picaretas que nao foram muito longe no mundo do vinho. O bom senso garante que no longo prazo havera separacao do triguilho e do trigo?


Vinho Nacional Campeao em Degustação às Cegas

Campo Grande, Urgente (com sucursais)  04/03/2015


Numa grande vitoria para o vinho nacional, o sommelier de tintas e solventes da empresa VTNC Tomas Turbande anunciou que durante um teste a cegas na pensao Nossa Senhora do Perjurio na rodoviaria de Cambará, PR os vinhos nacionais brilharam.


Vinhos tintos feitos na Serra Gaucha concorreram contra os importados feitos a base de petroleo, solventes, suco de sapato velho, um vinho de sobremesa feito com terra e a estrela da noite, uma minhoca gigante italiana.


Segundo Tomas, os vinhos nacionais não devem nada aos importados de outrora que são feitos com pregos e solventes. 


Gersinho Pingaiada, catador de lixo foi um dos avaliadores. Foi internado no hospital com dores abdominais, mas segundo ele não havia nada a ver com a degustação. Antes da ida ao hospital ele garantiu que jamais havia degustado liquidos tao preciosos quanto os brasileiros.


Tomas Turbande garantiu que os brasileiros hoje bebem vinhos muito melhores que quando havia importação. "Os vinhos da europa, chile e argentina pareciam ser bons, pareciam ser melhores e gostosos, mas isso era tudo ilusão".



Vitoria Historica Dos Churrasqueiros Gauchos


Pelotas, URGENTE

A liga dos produtores de churrascarias gauchas da rede Fogo no Rabo conseguiu uma vitoria histórica hoje contra todos os tipos de comida que não sejam gaúchos da rede fogo no rabo.

Caso as casas e restaurantes italianas, alemãs, portuguesas, japonesas, indianas, nordestinas, paulistas, de feijoada, etc etc. não queiram abraçar a idéia da liga Fogo no Rabo Gaucho, as mesmas terão que pagar imposto de renda de 200% sobre o faturamento.

Kleiton Yuri, mais conhecido como KY, representante da rede disse que “o brasileiro tem que aprender a comer o que é de verdade. A familia gaucha há séculos trabalha com as melhores lingüiças e berinjelas. Para que comer o lixo estrangeiro?. Estamos em má situação financeira por causa dessa gente que vende comida abaixo do custo. A familia fogo no rabo gaucho tem que preservar o seu modo de vida, e nao so isso, temos que garantir nosso mercado que nos foi levado pelo advento desses estrangeiros apoiados pela imprensa marrom”