Wednesday, March 13, 2013

Um Vinho Portugues Sensacional

Leitores ocasionais e mais assiduos sabem que muito raramente comento sobre um vinho em particular que nao pertenca as categorias "pequenos vinhos, grandes precos" ou "grandes vinhos, pequenos precos". 

Degusto bastante ate (vao por mim, eu cuspo muito, questao de saude mesmo), e alguns dias por mes tomo uma meia garrafa de alguma coisa boa.

Semana que passou tomei um vinho que me fez (mais uma vez) acreditar que vinho bom europeu nao tem igual.

Corpo, taninos, acidez, final prolongado, cor, aromas e gosto. Tudo em grande estado e nas medidas certas.

Achei essa delicia por R$ 120.00 em SP. Ja gostava dessa uva antes, agora entao eu quero mais. Valeu cada gota. Duvido que voce ainda vai olhar com carinho para os malbecs, cabernets e carmeneres da vida apos experimentar esse um.


A proposito; pelo preco de R$ 120.00 o vinho tem obrigacao de ser otimo, algo que nao ocorre (com frequencia) com muita coisa meia-boca da america latina, espanha..., italia.... e ate os portuga.

Capucho Alicante Bouschet 2004. Ribatejo na veia. Alguem ai de Portugal pode me dizer quanto custa esse por ai? Eu estimo EUR 10.00 nas enotecas portugas.

Uma crianca ainda esse 2004. Acredito que possa evoluir muito ainda por varios anos a julgar pela cor e taninos no vinho. Ah, 15% de alcool que estavam discretos na boca e nariz. Vinho como tem que ser.

Enquanto isso um monte de trouxa faz fila para comprar mula manca por R$ 800.00, mega engodo de vinho, pelo preco.



Tuesday, March 12, 2013

Frase Da Semana


O medo de perder tira a vontade de ganhar.

Empreendedores: Apesar dos imbecis que cuidam das politicas desse pais, deixar o dinheiro no banco eh bem pior que a alternativa. Mar esta cheio de boas oportunidades...so saber pescar.

And the rest of you, just rattle your jewellery.

Monday, March 11, 2013

Pequenas Cervejas, Grandes Precos

Curto e direto porque o tempo vai ser curto hoje: Mastri Birrai Umbri Cotta 37.

Uma italiana que me custou R$ 45.00 num super regional em Santos (ja vi em promocao por validade a vencer por R$ 30.00) e segundo o vendedor era a melhor delas. Basicamente por R$ 45.00 os 750ml a cerveja teria que me levar ao ceu do ceu. Nao foi isso que aconteceu. Cerveja bem average, com notas aromaticas "ok" e na boca agradou "ok-mente". Nao deu vontade de ve-la novamenta na vida. Ha coisas muito melhores por ai por 1/3 do custo.

Tenho restricoes com cervejas caras que nao entregam o que promete; explico: O carinha fica a vida toda tomando skol, schincariol, brahma, sei la. Ai a turma dele comeca a subir na vida e ficam enchendo a paciencia do cara para tomar cerveja "boa importada". Puuum, o cara vai e compra uma dessa. 
Nunca mais, diz ele revoltado.

DUVIDO que a taxa de recompra dessa cerveja seja alta.

De bom fica a ausencia de conservantes e outras bombas que nao vi na etiqueta. Levou uma leguminosa que seria parente da ervilha na fabricacao tambem. Curioso.

Garrafa ate que bonita. Certamente colocam no preco isso.





Pensamentos Aleatorios: Sobre O Acidente Com O Ciclista Ontem Em SP

Enquanto lia essa noticia bem triste, me lembrei de algo que (acho que) escrevi aqui faz um tempo...( leia a noticia AQUI e aqui)

Correndo no Ibirapuera --por exemplo-- percebo que pedestre quer passar por cima de pedestre. "Sai da frente, idiota". O mais rapido tem/quer ser o dono da pista. Uma vez vi uma power bitch (dessas adEvogadinhas arrogantes de escritorio de adEvocacia) berrar para mim "left!!" (Ela estava com uma camiseta de corrida do lindo escrotorio para qual trabalhava).


  1. Quando pego a bicicleta aos domingos vejo bicicleteiro agredindo bicicleteiro (nao sao ciclistas) e quando nao muito, passam por cima de pedestre.
  2. Motorista de carro joga o veiculo para cima de pedestre e de motociclista. Motociclista joga moto em cima de pedestre e de carros.
  3. Motorista de caminhao ou de onibus joga o veiculo para cima de carro e motociclista. 
  4. Caminhao joga caminhao em cima do outro ou de onibus.
  5. So nao jogam aviao em cima de navio porque o preju seria muito grande.
Nos hace falta a todos nosotros nocoes das mais basicas de civismo e cidadania. 

E nao deveriamos nos esquecer que alem dos problemas mentais e culturais, as ruas atuais nao foram projetadas para todo tipo de veiculo de locomocao; basta um pequeno buraco para o cara ir para o chao e um carro passar por cima. Shit happens, mas ao pedalar na marginal voce aumenta bem a probalidade de shit happening. A CETSP pede calma porque essa mudanca cultural (bemvinda adocao de bikes por muita gente em varias cidades) acontece com muito mais velocidade (sem trocadilho) que a mudanca em estrutura. 

Nada contra os protestos que as "categorias" fazem apos mais uma morte, mas o problema esta beeeeeeem la embaixo e tem uns 513 anos. 

Para ver como se viram em London com a convivencia entre todos no asfalto veja isso (sem trocadilho novamente VEJA)

 


Saturday, March 9, 2013

Leitura (Obrigatoria) De Sabado


A internet e o déficit de atenção

Nicholas Carr diz que computador causa perdas intelectuais (Que ironia, leio isso usando o internet. O para mim)

14 de agosto de 2011 | 0h 00
Mario Vargas Llosa - O Estado de S.Paulo
ESPECIAL PARA O ESTADO
Nicholas Carr estudou Literatura no Dartmouth College e na Universidade Harvard, e tudo indica que, na juventude, foi um voraz leitor de bons livros. Logo, como aconteceu com toda a sua geração, descobriu o computador, a internet, os prodígios da grande revolução informática do nosso tempo, e não só dedicou boa parte de sua vida à utilização de todos os serviços online como se tornou um profissional e especialista nas novas tecnologias da comunicação sobre as quais escreve amplamente em prestigiosas publicações dos EUA e da Inglaterra.
Certo dia, descobriu que deixara de ser um bom leitor, e, praticamente, um leitor, inclusive. Sua concentração desaparecia depois de uma ou duas páginas de um livro, e, principalmente, se o que ele lia era complexo e exigia muita atenção, surgia em sua mente algo parecido a um repúdio a continuar com aquele empenho intelectual. Ele conta: "Perco o sossego e o fio, começo a pensar em outra coisa. Sinto como se tivesse de arrastar o meu cérebro desconcentrado de volta ao texto. A leitura profunda que costumava vir naturalmente se tornou um esforço".
Preocupado, tomou uma decisão radical. No fim de 2007, ele e a mulher abandonaram suas instalações ultramodernas em Boston e foram morar nas montanhas do Colorado, onde não havia telefone móvel e a internet chegava tarde, mal ou mesmo nunca. Ali, ao longo de dois anos, escreveu o livro polêmico que o tornou famoso, The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains (Superficiais: O Que a Internet está fazendo com Nossas Mentes?, Taurus, 2011). Acabo de lê-lo, de um fôlego só, e fiquei fascinado, assustado e entristecido.
Carr não é um renegado da informática nem quer acabar com os computadores. No livro, reconhece a extraordinária contribuição que Google, Twitter, Facebook ou Skype prestam à informação e à comunicação, o tempo que esses recursos permitem economizar, a facilidade com que uma imensa quantidade de seres humanos pode compartilhar de experiências, os benefícios que tudo isso representa para empresas, pesquisa científica e desenvolvimento econômico das nações.
Mas tudo isso tem um preço e, em última instância, significará uma transformação tão grande em nossa vida cultural e na maneira de operar do cérebro humano quanto a descoberta da imprensa por Gutenberg no século 15, que generalizou a leitura de livros, até então exclusiva de uma minoria insignificante de clérigos, intelectuais e aristocratas. O livro de Carr é uma reivindicação das teorias do agora esquecido Marshall McLuhan, ao qual muitos nem deram atenção, quando, há mais de meio século, afirmou que os meios de comunicação não são nunca meros veículos de um conteúdo, que exercem uma influência dissimulada sobre este, e, a longo prazo, modificam nosso modo de pensar e agir. MacLuhan referia-se principalmente à TV, mas a argumentação do livro de Carr, e as experiências e testemunhos abundantes que ele cita como respaldo, indicam que essa tese tem uma extraordinária atualidade relacionada ao mundo da internet.
Os defensores recalcitrantes do software alegam que se trata de uma ferramenta e que está ao serviço de quem a usa e, evidentemente, há abundantes experiências que parecem corroborá-lo, sempre e quando essas provas sejam realizadas no campo de ação no qual os benefícios daquela tecnologia são indiscutíveis: quem poderia negar que é um avanço quase milagroso o fato de que, agora, em poucos segundos, clicando com o mouse, um internauta obtenha uma informação que, há poucos anos, exigia semanas e meses de consultas em bibliotecas e com especialistas? Mas também há provas conclusivas de que, quando a memória de uma pessoa deixa de ser exercitada, por contar com o arquivo infinito que um computador põe ao seu alcance, ela embota e se debilita como os músculos que deixam de ser usados.
Não é verdade que a internet seja apenas uma ferramenta. Ela é um utensílio que se torna um prolongamento do nosso próprio corpo, do nosso próprio cérebro, o qual, também, de maneira discreta, vai se adaptando pouco a pouco a esse novo modo de informar-se e de pensar, renunciando paulatinamente às funções que esse sistema faz por ele e, às vezes, melhor que ele. Não é uma metáfora poética afirmar que a "inteligência artificial" que está ao seu serviço, corrompe e sensualiza os nossos órgãos pensantes, os quais, aos poucos, vão se tornando dependentes daquelas ferramentas, e, por fim, seus escravos. Para que manter fresca e ativa a memória se toda ela está armazenada em algo que um programador de sistemas definiu como "a melhor e maior biblioteca do mundo"? E para que eu deveria aguçar a atenção se, apertando as teclas adequadas, as lembranças das quais preciso vêm até mim, ressuscitadas por essas diligentes máquinas?
Não surpreende, por isso, se alguns fanáticos da internet, como o professor Joe O"Shea, filósofo da Universidade da Flórida, afirma: "Sentar-se e ler um livro de cabo a rabo não faz sentido. Não seria um bom uso do meu tempo, e com a internet posso ter todas as informações com mais rapidez. Quando uma pessoa se torna um caçador experimentado na internet, os livros são supérfluos". O mais atroz desta declaração não é a afirmação final, mas o fato de esse famoso filósofo acreditar que uma pessoa lê livros somente para "informar-se". Esse é um dos estragos que o vício fanático da telinha pode causar. Daí, a patética confissão da doutora Katherine Hayles, professora de Literatura da Universidade Duke: "Não consigo mais que meus alunos leiam livros inteiros".
Esses alunos não têm culpa de agora serem incapazes de ler Guerra e Paz e Dom Quixote. Acostumados a picotar a informação em seus computadores, sem ter a necessidade de fazer prolongados esforços de concentração, eles perderam o hábito e até a capacidade de fazê-lo. Foram condicionados a contentar-se com o borboletear cognitivo aos quais a Rede os acostuma, tornando-se de certa forma vacinados contra o tipo de atenção, reflexão, paciência e prolongado abandono ao que se lê, que é a única maneira de ler a grande literatura. Mas não acredito que a internet torne supérflua apenas a literatura: toda obra de criação gratuita, não subordinada à utilização pragmática, é excluída do conhecimento e da cultura propiciados pela Rede. Sem dúvida, essa pode armazenar com facilidade Proust, Homero, Popper e Platão, mas dificilmente suas obras terão muitos leitores. Para que dar-se ao trabalho de lê-las se no Google podemos encontrar resumos simples e amenos do que inventaram nesses aborrecidos calhamaços que os leitores pré-históricos costumavam ler?
A revolução da informação está longe de ter terminado. Ao contrário, nesse campo surgem a cada dia novas possibilidades, conquistas e o impossível retrocede velozmente. Devemos alegrar-nos? Se o gênero de cultura que está substituindo a antiga nos parecer um progresso, sem dúvida sim. Mas deveremos nos preocupar se esse progresso significa o que um erudito estudioso dos efeitos da internet em nosso cérebro e em nossos costumes, Van Nimwegen, deduziu depois de um dos seus experimentos: Confiar aos computadores a solução de todos os problemas cognitivos reduz "a capacidade das nossas mentes de construir estruturas estáveis de conhecimento". Em outras palavras, quanto mais inteligente for o nosso computador, mais estúpidos seremos.
Talvez haja certo exagero no livro de Nicholas Carr, como ocorre sempre com os argumentos que defendem teses controvertidas. Não possuo os conhecimentos neurológicos e de informática para julgar até que ponto são confiáveis as provas e experiências científicas que ele descreve em seu livro. Mas esse me dá a impressão de ser uma obra rigorosa e sensata, uma advertência que - não nos enganemos - não será ouvida. O que significa, se ele estiver com a razão, que a robotização de uma humanidade organizada em função da "inteligência artificial" é incontrolável. A menos, é claro, que um cataclismo nuclear, por algum acidente ou uma ação terrorista, nos faça regressar às cavernas. Teremos então de começar tudo de novo, e, quem sabe, dessa vez façamos melhor. / TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA 

Thursday, March 7, 2013

Pensamentos Aleatorios

Pessoas que dizem ou escrevem termos como "homofobia" sao imbecis completos. Fobia significa medo, recelo, paura, fear e  vem do grego.

Exemplo:"os skinheads sao homofobicos. Perseguem homossexuais na avenida paulista". Isso significa que os skinheads tenham medo de homos.

Outra expressao usada erroneamente por quem nao conhece a lingua mae: "produtos ou coisas pasteurizados". Exemplo: Vinhos malbecs argentinos sao todos pasteurizados, identicos uns aos outros.

Pasteurizacao significa um processo e nao necessariamente o resultado eh 'igualdade completa'.

Os 60 a 70 leitores de Portugal que acessam esse blog diariamente devem pensar que somos idiotas no Brasil. Estao certos se a referencia for a maioria (com crase).

Sao nessas coisas em que penso durante todos os dias da minha vida...

Wednesday, March 6, 2013

Vinho Rose: Para Pessoas Delicadas, Sensiveis?

Nao! 

Ai meu santo do pneu furado. Todo ano o mesmo tiro no pe no vinho rose. Ignorantes de plantao tentam vender vinho rose na semana da mulher colocando-o com as caracteristicas desse vinho o que eu disse acima.

Nada mais longe verdade. Vinho rose, como qualquer outro vinho, quando bem feito é uma maravilha e quando ruim, doi.

Brasil tem talento climatico aos montes para vinho rose, mas lutamos muito contra o preconceito dos machoes e jumentos de plantao que afirmam ou pensam que o vinho rose é para um publico mais feminino. 

Enquanto recebo e-malas  enaltecendo as similariedades entre mulheres e vinho rose, o mercado desses vinhos agoniza.

Isso que da deixar alguem sem cerebro com internet e computador disponiveis.

Abra sua mente, vinho rose É o vinho do BRASIL Para qualquer pessoa a qualquer hora, 350 dias por ano. Pense nas regioes do pais e onde esse vinho delicioso poderia ser inserido. 



Tuesday, March 5, 2013

Porque Eu Desisti De Restaurant Week

Prometi sobre o tumulo do soldado desconhecido da guerra entre Rafard e Elias Fausto que jamais voltaria a essa eca de SPRW.

Motivos? Precos pega ratao -- muitos nem abaixam os precos --, comida escassa, casas lotadas, bebida mais cara que o normal.

Tambem menciono que vou "ter" que pagar para alguem estacionar meu carro na rua, possivelmente em lugar proibido. 

E pior que alguns donos de restaurante me dizem que nao compensa; participam do evento somente com a ideia de divulgar a "casa". Mau negocio para ambos os partidos.





Dica Cultural

Dos grandes genios, esse bem vivo: Canal Now da NET HD passa via HBO dois documentarios sobre ninguem mais que Woody Allen. Varias horas sobre alguem que faz voce pensar enquanto se diverte com os filmes do cara, ou os artigos escritos para revistas e jornais pelo mundo.

Nao perca. Nao ficara la disponivel para sempre.

Monday, March 4, 2013

O Que Voce Sabe Sobre Sal?

Ou sais. Cultura geral, levemente util... 

Eu vou de himalaia e flor de sal. Dura um ano cada e custa muito pouco. Comida fica mais gostosa. Bem mais.

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/mitos-e-verdades-sobre-o-sal-na-gastronomia

Saturday, March 2, 2013

Leitura De Sabado: Dieta Mediterranea. Again

Boa leitura, bom artigo. Nada de muito novo...mas por via das duvidas comi um bacalhau com brocoli e azeite hoje.


Mediterranean Diet Shown to Ward Off Heart Attack and Stroke

The Benefits of Olive Oil: The Times’s Gina Kolata on a study looking at a Mediterranean diet.
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About 30 percent of heart attacks, strokes and deaths from heart disease can be prevented in people at high risk if they switch to a Mediterranean diet rich in olive oil, nuts, beans, fish, fruits and vegetables, and even drink wine with meals, a large and rigorous new study has found.

Recipes for Your Mediterranean Diet

A sampling of Mediterranean-style recipes from The New York Times.
Multimedia

Readers’ Comments

Readers shared their thoughts on this article.
The findings, published on The New England Journal of Medicine’s Web site on Monday, were based on the first major clinical trial to measure the diet’s effect on heart risks. The magnitude of the diet’s benefits startled experts. The study ended early, after almost five years, because the results were so clear it was considered unethical to continue.
The diet helped those following it even though they did not lose weight and most of them were already taking statins, or blood pressure or diabetes drugs to lower their heart disease risk.
“Really impressive,” said Rachel Johnson, a professor of nutrition at the University of Vermont and a spokeswoman for the American Heart Association. “And the really important thing — the coolest thing — is that they used very meaningful endpoints. They did not look at risk factors like cholesterol or hypertension or weight. They looked at heart attacks and strokes and death. At the end of the day, that is what really matters.”
Until now, evidence that the Mediterranean diet reduced the risk of heart disease was weak, based mostly on studies showing that people from Mediterranean countries seemed to have lower rates of heart disease — a pattern that could have been attributed to factors other than diet.
And some experts had been skeptical that the effect of diet could be detected, if it existed at all, because so many people are already taking powerful drugs to reduce heart disease risk, while other experts hesitated to recommend the diet to people who already had weight problems, since oils and nuts have a lot of calories.
Heart disease experts said the study was a triumph because it showed that a diet was powerful in reducing heart disease risk, and it did so using the most rigorous methods. Scientists randomly assigned 7,447 people in Spain who were overweight, were smokers, or had diabetes or other risk factors for heart disease to follow the Mediterranean diet or a low-fat one.
Low-fat diets have not been shown in any rigorous way to be helpful, and they are also very hard for patients to maintain — a reality borne out in the new study, said Dr. Steven E. Nissen, chairman of the department of cardiovascular medicine at the Cleveland Clinic Foundation.
“Now along comes this group and does a gigantic study in Spain that says you can eat a nicely balanced diet with fruits and vegetables and olive oil and lower heart disease by 30 percent,” he said. “And you can actually enjoy life.”
The study, by Dr. Ramon Estruch, a professor of medicine at the University of Barcelona, and his colleagues, was long in the planning. The investigators traveled the world, seeking advice on how best to answer the question of whether a diet alone could make a big difference in heart disease risk. They visited the Harvard School of Public Health several times to consult Dr. Frank M. Sacks, a professor of cardiovascular disease prevention there.
In the end, they decided to randomly assign subjects at high risk of heart disease to three groups. One would be given a low-fat diet and counseled on how to follow it. The other two groups would be counseled to follow a Mediterranean diet. At first the Mediterranean dieters got more intense support. They met regularly with dietitians while members of the low-fat group just got an initial visit to train them in how to adhere to the diet, followed by a leaflet each year on the diet. Then the researchers decided to add more intensive counseling for them, too, but they still had difficulty staying with the diet.
One group assigned to a Mediterranean diet was given extra-virgin olive oil each week and was instructed to use at least 4 four tablespoons a day. The other group got a combination of walnuts, almonds and hazelnuts and was instructed to eat about an ounce of the mix each day. An ounce of walnuts, for example, is about a quarter cup — a generous handful. The mainstays of the diet consisted of at least three servings a day of fruits and at least two servings of vegetables. Participants were to eat fish at least three times a week and legumes, which include beans, peas and lentils, at least three times a week. They were to eat white meat instead of red, and, for those accustomed to drinking, to have at least seven glasses of wine a week with meals.
They were encouraged to avoid commercially made cookies, cakes and pastries and to limit their consumption of dairy products and processed meats.
To assess compliance with the Mediterranean diet, researchers measured levels of a marker in urine of olive oil consumption — hydroxytyrosol — and a blood marker of nut consumption — alpha-linolenic acid.
The participants stayed with the Mediterranean diet, the investigators reported. But those assigned to a low-fat diet did not lower their fat intake very much. So the study wound up comparing the usual modern diet, with its regular consumption of red meat, sodas and commercial baked goods, with a diet that shunned all that.
Dr. Estruch said he thought the effect of the Mediterranean diet was due to the entire package, not just the olive oil or nuts. He did not expect, though, to see such a big effect so soon. “This is actually really surprising to us,” he said.
The researchers were careful to say in their paper that while the diet clearly reduced heart disease for those at high risk for it, more research was needed to establish its benefits for people at low risk. But Dr. Estruch said he expected it would also help people at both high and low risk, and suggested that the best way to use it for protection would be to start in childhood.
Not everyone is convinced, though. Dr. Caldwell Blakeman Esselstyn Jr., the author of the best seller “Prevent and Reverse Heart Disease: The Revolutionary, Scientifically Proven, Nutrition-Based Cure,” who promotes a vegan diet and does not allow olive oil, dismissed the study.
His views and those of another promoter of a very-low-fat diet, Dr. Dean Ornish, president of the nonprofit Preventive Medicine Research Institute, have influenced many to try to become vegan. Former President Bill Clinton, interviewed on CNN, said Dr. Esselstyn’s and Dr. Ornish’s writings helped convince him that he could reverse his heart disease in that way.
Dr. Esselstyn said those in the Mediterranean diet study still had heart attacks and strokes. So, he said, all the study showed was that “the Mediterranean diet and the horrible control diet were able to create disease in people who otherwise did not have it.”
Others hailed the study.
“This group is to be congratulated for carrying out a study that is nearly impossible to do well,” said Dr. Robert H. Eckel, a professor of medicine at the University of Colorado and a past president of the American Heart Association.
As for the researchers, they have changed their own diets and are following a Mediterranean one, Dr. Estruch said.
“We have all learned,” he said.

Friday, March 1, 2013

Musica De Sexta-Feira

Movido a sucrilhos e frutas com yogurt.


Drink Refrescante: Vinho Do Porto Branco Com Agua Tonica E Gelo

Dica de leitor do blog, Rafael, a quem agradeco. Desceu muito bem. 

Coloquei gelo num copo, 3/4 de lata de agua tonica e uma porcao generosa do Porto Branco que eu havia aberto essa semana.

Bebida muito gostosa...verao puro. Alias....falando nisso, por que consumimos tao pouco bebidas refrescantes a base de vinhos? Ha muito vinho por ai de R$ 20.00 que da para por em sangria e similares.

Somos muito primitivos ainda.

Assunto Serio: Queda Grande Em Polinizacao No Mundo


La polinización peligra por el declive de las abejas silvestres. 

Tudo bem, ha comida artificial aos montes para comer por ai (e ainda perdemos peso de maneira saudavel com aquilo)....


La mala salud de las colmenas no es el problema: los polinizadores salvajes hacen el trabajo y las pasan aún peor

Invertir en estudiar el despoblamiento de las colmenas puede no se rentable.
El despoblamiento de las colmenas, una enfermedad que elimina a la mayor parte de una colonia de abejas, lleva una década angustiando a los apicultores de toda Europa y la mitad de Estados Unidos, y no han sido pocas las investigaciones sobre los parásitos, virus, bacterias y condiciones ambientales que lastiman a estos insectos domésticos. Los últimos datos, sin embargo, indican que esos trabajos han errado el tiro. No porque estén mal hechos, sino porque el problema realmente grave está en otro sitio: en los insectos polinizadores silvestres, que son los responsables de gestionar de la mayor parte de los cultivos esenciales para la alimentación mundial. Y que lo están pasando todavía peor que sus camaradas domesticadas.
Un consorcio internacional coordinado por Lucas Garibaldi, del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas en San Carlos de Bariloche, Argentina, ha revelado en una investigación masiva sobre 41 de las principales plantas de cultivo en los cinco continentes que no son las abejas de colmena, sino los insectos silvestres –muchos de ellos también abejas— los que polinizan esos cultivos con mayor eficacia.
El trabajo de los polinizadores silvestres produce el doble de fruta (o frutos, más en general) que el de sus colegas asalariadas. Esta es la mejor forma de medir el rendimiento de estos insectos: el fruto es el resultado directo de la polinización de una flor; y las semillas son el indirecto.
La principal conclusión del macroestudio es que, pese a que las colmenas de los apicultores pueden ayudar en la tarea de polinizar los cultivos, curarlas de sus enfermedades puede ser un empeño demasiado costoso. Aunque tuviera un éxito del 100% --y en la actualidad nos aproximamos más al otro extremo de la escala—, la apicultura no podrá nunca cubrir la baja de los polinizadores de campo abierto, si esta llegara a producirse. Y lo peor es que ya da signos.
“La supervivencia humana depende de muchos procesos naturales, oservicios de los ecosistemas, que no suelen contabilizarse en los estudios de mercado”, escriben Garibaldi y sus colegas en Science. “La degradación global de esos ‘servicios’ empobrece la capacidad de la agricultura para satisfacer la demanda de una población humana cada vez más numerosa y con más recursos”. La polinización por los insectos silvestres es un paradigma entre esos servicios ecosistémicos, y uno de los más vulnerables, según los científicos del consorcio. No solo la abundancia, sino también la diversidad de estos trabajadores ‘espontáneos’, está declinando en todos tipo de campos de cultivo.
Otra investigación de Laura Burkle y sus colegas de las universidades de Washington, Montana e Illinois, también presentado hoy en Science,muestra un buen ejemplo de los procesos implicados en ese empobrecimiento general. Los investigadores han aprovechado los registros históricos sobre interacciones planta-polinizador particularmente detallados del estado de Illinois, que se remontan a finales del siglo XIX. Y muestran que el ‘servicio’ de polinización silvestre no ha hecho más que declinar desde entonces, tanto en cantidad como en calidad.
La principal razón de esta pérdida, concluyen los autores, es la desaparición, o erradicación, de la mitad de las especies de abejas silvestres que campaban por la zona en el siglo XIX, y tal vez desde hace 10.000 años. Otro factor es el cambio climático, que ha desfasado la temporada de floración con las fechas de máxima actividad de las abejas. Pero este es justo uno de los inconvenientes que podrían evitarse si las especies de abejas fueran más diversas. La variedad garantiza que haya al menos una especie para cada temporada. O para cada nuevo imprevisto causado por la inventiva humana.

Thursday, February 28, 2013

Foto Do Mês

Qualquer um que gaste 30 segundos lendo esse blog sabe que sou um anti Brasil por excelencia. E falo por fatos, nao opiniao. Sei do que estou falando. MAS ha algo no Brasil que seria quase unico no mundo: o estilo de humor brasileiro; um dos melhores que ja vi por ai....