Friday, February 15, 2013

Thursday, February 14, 2013

Lance Armstrong E O Vinho No Brasil

Agora todos ja sabem o que aconteceu com Lance Armstrong. Ele era o melhor dos dopados. 

O que pouca gente sabe no Brasil eh que Lance tinha num jornalista da ESPN um grande amigo. Ou assim pensava o jornalista.

Calma que ja explico Lance e o vinho no Brasil.

Esse jornalista virou amigo de Lance e comecou a defende-lo em todas situacoes possiveis. Durante anos deu a cara para os tapas, mas sempre acreditou no amigo que jurava para ele que jamais se dopara. Ai, que lindo.

E o caso Lance com o vinho no Brasil?

Simples: O jornalista da ESPN acabou escrevendo uma carta onde diz que o maior erro da vida dele foi ter virado amiguinho de Lance e acabou deixando de ser um jornalista que relata fatos para defender o amigo. Ele ate pegou pesado com o cara, mas aqui nao eh espaco para isso.

Com grande pesar vejo que no Brasil, quarto mundo dos vinhos, ha um monte de jornalista, blogueiro, puxa-saco de plantao que trata importador e dono de vinicola por "amigo". Meu amigo tal, meu amigo acola....

Um numero espantoso de "criticos" de vinho no Brasil posam de informativos quando na verdade estao representando vinicolas, tentando vender um patrocinio no blog, querendo ir a proxima boca livre e assim por diante.

Nao ha nada de ilegal nessas atividades, mas a essa turma falta autonomia e isencao para comentar sobre quaisquer vinhos e assuntos. E assim deixamos de formar e informar consumidores. E assim o mercado continua de lado e para tras. So ver os numeros de 2012. 

Mais Uma Ideia Genial: Dia Dos Namorados Em Fevereiro

Enquanto tentam trazer de fora do pais [mais] uma tradicao que nao tem nada a ver com Brasil, empresas tentam vender vinhos em fevereiro com a brilhante mensagem de ter dois dias dos namorados no ano, puts, quero dizer San Valentine's day. There. Melhor assim.

Entao com o meu complexo de vira-lata latino lixo sub-mundo revigorado, deixo para a eternidade (que sera breve) a foto da maior fonte de amor, amigos, sexo e alegrias da vida:


Wednesday, February 13, 2013

Boa Noticia News: Facebook Tende A Sumir

Vamos voltar a nos falar uns com os outros...e dai redescobrir que as pessoas sao um porre. rararara.

Os grandes favores que essas redes sociais fizeram a humanidade: ex-namoradas que ficam atras das pessoas, muita vida particular exposta, muita viagem atras de gente que nao vale nada foi desfeita .

Aqui um link interessante sobre o futuro desse facebook. Vale o seu tempo. 30 segundos. LINK

Quanto tempo mais para perceberem que essas porcarias sao uma perda de tempo? Viva o face to face (sem trocadilho), com restricoes.


Tuesday, February 12, 2013

Grandes Vinhos, Pequenos Precos

Produzido em grande quantidades: Sim
Vendido em supermercados: Sim
Uvas proprias exclusivas para esse vinho: Nao
Vinho produzido em regiao que faz varios vinhos ruins e caros: Sim

Recentemente comprei um pinot noir da safra 2012 feito no RGS que achei muito bom, com ou sem preco. Aurora pinot noir varietal.  Paguei ridiculos R$ 21.00 pelo vinho no litoral de SP numa loja do PA. Defino esse vinho como uma grata surpresa, sem defeitos (primeiros 5 minutos com alcool um pouco forte no nariz), e com algumas qualidades.

Nao sera jamais um pinot de respeito, mas apesar dos famigerados altos impostos em SP esse vinho chega a um preco palatavel. Fora de SP deve custar uns R$ 15.00. 

Voltarei a comprar esse vinho seguramente (ao contrario do carmenere deles, acho que ja comentei aqui, quase surtei quando tomei o vinho).

A republica do rio grande do sul pode parar com o ataque cybernetico que estava planejado contra esse blog. CIA e Abinq ja haviam me alertado sobre os enoterroristas regionalistas....estao vendo  que quando tem coisa boa do Brasil eu divulgo? 


Saturday, February 9, 2013

Foto Da Semana

Bom carnaval, com um pouco de humor gracas a imbecilidade de estudantes americanos. E vamos trabalhar.

Friday, February 8, 2013

Musica De Sexta-Feira

Como pode ter feito tanta coisa boa com 20 e poucos anos??


Really?


Argentina proíbe supermercado de fazer propaganda

Ordem dada verbalmente por secretário de Cristina Kirchner vale até 1º de abril, quando será encerrado o congelamento de preços  

07 de fevereiro de 2013 | 21h 14
Ariel Palacios, correspondente
BUENOS AIRES - O secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, ordenou verbalmente às redes de supermercados e eletrodomésticos da Argentina que não coloquem publicidades nos jornais e nos canais de TV de Buenos Aires e dos municípios da Grande Buenos Aires.
A proibição - a primeira do gênero na história do país - será aplicada durante a vigência do congelamento de preços de dois meses de duração, pactuado na segunda-feira com a Associação de Supermercados Unidos (ASU), que reúne a maior parte das grandes redes de varejo da Argentina.
Na terça-feira, as redes de lojas de eletrodomésticos também tiveram de aceitar o congelamento de preços, que se encerra no dia 1.º de abril.
Um dia depois, a associação que reúne os pequenos mercados da comunidade chinesa aceitou a imposição do congelamento, embora expressando sua contrariedade pelo sistema, que não obriga as indústrias nem os intermediários a congelar os preços.
Segundo fontes do setor, Moreno, em sua ordem verbal (o secretário costuma emitir ordens não escritas, telefonando pessoalmente aos empresários) de proibir publicidade, alertou para eventuais represálias e castigos. Nesta quinta, nas páginas dos jornais portenhos e nos canais de TV a ausência dos anúncios do setor era total. Dessa forma, os consumidores não tinham como comparar os preços dos produtos nos diversos supermercados.
No entanto, a subsecretária de defesa do consumidor, Maria Lucila Colombo, negou a existência de uma proibição para publicar na mídia. Colombo disse que era provável que os supermercados tivessem deixado de publicar ofertas "para que os consumidores não façam confusão".
Além disso, a ausência de publicidade na mídia impressa será um duro golpe aos jornais portenhos, já que os supermercados e lojas de eletrodomésticos estão entre os principais anunciantes.
O anúncio do congelamento suscitou rumores na população sobre iminentes faltas de produtos nas gôndolas. Porém, o presidente da Associação de Supermercados, Juan José Vasco Martinez, disse que não haverá escassez de mercadorias, "exceto algum problema pontual que alguma indústria fornecedora possa ter". Ele atribuiu o problema ao "forte consumo".
A subsecretária Colombo também negou desabastecimento. Mas justificou o eventual racionamento: "Não acho que seja ruim que os supermercados coloquem um limite razoável para a compra de produtos."
No ano passado, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), a inflação foi de 10,8%. Economistas, sindicalistas e empresários afirmam, porém, que o índice do governo está manipulado e que a inflação real supera os 25%.
Isolamento. Paradoxalmente, na semana passada a presidente Cristina Kirchner havia se posicionado contra a política de congelamento. "Os acordos de preços não servem", disse Cristina na ocasião durante um discurso na Casa Rosada, o palácio presidencial, transmitido pela TV.
A presidente recomendou à população que tomasse uma atitude com as empresas que aumentassem preços. Cristina disse que não estava propondo um "boicote", mas sim um "isolamento": "Isolem-nas, para que elas percebam! Se você não se defende, não te defende ninguém. É o próprio consumidor que tem de fazer valer seus direitos!".
Em 2005 o então presidente Néstor Kirchner protagonizou a primeira convocação de um boicote a uma empresa realizada por um presidente em rede nacional de TV. O alvo, na ocasião, foi a empresa de combustíveis Shell. Perante as câmeras, Kirchner disse aos gritos na ocasião: "Não compremos sua gasolina! Não compremos uma latinha de óleo deles sequer!"
Durante esta primeira semana de congelamento a subsecretária de defesa do consumidor, Maria Lucila Colombo, fez um apelo à população para que "denuncie" as empresas que furarem o congelamento, pois elas serão punidas .

Thursday, February 7, 2013

Grandes Vinhos, Pequenos Preços

Me duele um pouco falar de um vinho tao legal (pelo custo) importado por uma importadora meio pernóstica. Para mim, ruins de negocio, mããããããsss...... ate se mensaleiro fizer vinho bom, com bom preço, eu falo.

Por R$ 45.00 um belo francês do Rhone que tem a apelação Ventoux. La Vieille Ferme. Todas as safras são muito similares. Compre qualquer um. Bem melhor que varias bombas do Chile, Austrália e Argentina por ai.

Sedoso, fácil, com muitos atributos discretos, persistência "OK". 

Wednesday, February 6, 2013

Perguntar Ofende: Comparar Chablis Com Chardonnay Brasileiro. Estao Loucos?

Leio que ha uma onda de gente falando bem de chardonnays brasileiros. Ate aqui nao ha problema; cada um que avalie o vinho como quiser -- com isencao, com honestidade, sem honestidade, ganhando um por fora ou por dentro, sem conhecimento, com conhecimento --, tambem degusto alguns chardonnays nacionais que sao agradaveis. 

Nao pude deixar de reparar que alguns blogueiros mais afoitos estao comparando e colocando no mesmo nivel chardonnays nacionais e chablis.

Oh please. 

Sera que esses caras ja tomaram grandes chablis para falarem uma perola dessas? Tambem acho que nao.

Um bom chablis tera que ser enterrado no esgoto da sabesp por 50 anos, passar por uma centrifugacao no laboratorio do instituto butanta, ser submetido a radiacao da usina de Fukushima para depois poder ser comparado ao mesmo nivel de um chardonnay nacional. 

Nada nada o terroir de Chablis é algo imcomparavel e inimitavel (por metodos naturais) no mundo. Estudem um pouco sobre o terroir da Borgonha e verao do que estou falando. Leitura facil e agradavel.

Link AQUI. 

Fica ate um pouco ridiculo ver essa gente puxando o saco de produtores nacionais. Falem bem do vinho pelo que é, mas nao comparem AAA com B-.

É possivel falar bem de algumas poucas cidades brasileiras sem dizer sao do mesmo nivel de Melbourne, San Francisco, Berlin, Cape Town, Tokyo, ilustrando a comparacao.

Menas pessoal, menas.


Tuesday, February 5, 2013

Se O Renan Daqui É Assim, Imagina O Da Argentina

Quando voce desanimar e pensar que nao ha nada pior que o Brasil, lembre-se disso:

http://www.valor.com.br/internacional/2995540/argentina-congela-precos-nos-supermercados-ate-abril

Inacreditavel. Estou speechless. Quase com do. Bom, ela foi eleita limpamente, pela maioria.

Faz Frio, Mas Funciona

E voce ainda achando que seu pais é o melhor do mundo?? Pobre ignorante. Enjoy the reading.


The Nordic countries

The next supermodel

Politicians from both right and left could learn from the Nordic countries 

SMALLISH countries are often in the vanguard when it comes to reforming government. In the 1980s Britain was out in the lead, thanks to Thatcherism and privatisation. Tiny Singapore has long been a role model for many reformers. Now the Nordic countries are likely to assume a similar role.
That is partly because the four main Nordics—Sweden, Denmark, Norway and Finland—are doing rather well. If you had to be reborn anywhere in the world as a person with average talents and income, you would want to be a Viking. The Nordics cluster at the top of league tables of everything from economic competitiveness to social health to happiness. They have avoided both southern Europe’s economic sclerosis and America’s extreme inequality. Development theorists have taken to calling successful modernisation “getting to Denmark”. Meanwhile a region that was once synonymous with do-it-yourself furniture and Abba has even become a cultural haven, home to “The Killing”, Noma and “Angry Birds”.
As our special report this week explains, some of this is down to lucky timing: the Nordics cleverly managed to have their debt crisis in the 1990s. But the second reason why the Nordic model is in vogue is more interesting. To politicians around the world—especially in the debt-ridden West—they offer a blueprint of how to reform the public sector, making the state far more efficient and responsive.
From Pippi Longstocking to private schools
The idea of lean Nordic government will come as a shock both to French leftists who dream of socialist Scandinavia and to American conservatives who fear that Barack Obama is bent on “Swedenisation”. They are out of date. In the 1970s and 1980s the Nordics were indeed tax-and-spend countries. Sweden’s public spending reached 67% of GDP in 1993. Astrid Lindgren, the inventor of Pippi Longstocking, was forced to pay more than 100% of her income in taxes. But tax-and-spend did not work: Sweden fell from being the fourth-richest country in the world in 1970 to the 14th in 1993.
Since then the Nordics have changed course—mainly to the right. Government’s share of GDP in Sweden, which has dropped by around 18 percentage points, is lower than France’s and could soon be lower than Britain’s. Taxes have been cut: the corporate rate is 22%, far lower than America’s. The Nordics have focused on balancing the books. While Mr Obama and Congress dither over entitlement reform, Sweden has reformed its pension system (see Free exchange). Its budget deficit is 0.3% of GDP; America’s is 7%.
On public services the Nordics have been similarly pragmatic. So long as public services work, they do not mind who provides them. Denmark and Norway allow private firms to run public hospitals. Sweden has a universal system of school vouchers, with private for-profit schools competing with public schools. Denmark also has vouchers—but ones that you can top up. When it comes to choice, Milton Friedman would be more at home in Stockholm than in Washington, DC.
All Western politicians claim to promote transparency and technology. The Nordics can do so with more justification than most. The performance of all schools and hospitals is measured. Governments are forced to operate in the harsh light of day: Sweden gives everyone access to official records. Politicians are vilified if they get off their bicycles and into official limousines. The home of Skype and Spotify is also a leader in e-government: you can pay your taxes with an SMS message.
This may sound like enhanced Thatcherism, but the Nordics also offer something for the progressive left by proving that it is possible to combine competitive capitalism with a large state: they employ 30% of their workforce in the public sector, compared with an OECD average of 15%. They are stout free-traders who resist the temptation to intervene even to protect iconic companies: Sweden let Saab go bankrupt and Volvo is now owned by China’s Geeley. But they also focus on the long term—most obviously through Norway’s $600 billion sovereign-wealth fund—and they look for ways to temper capitalism’s harsher effects. Denmark, for instance, has a system of “flexicurity” that makes it easier for employers to sack people but provides support and training for the unemployed, and Finland organises venture-capital networks.
The sour part of the smorgasbord
The new Nordic model is not perfect. Public spending as a proportion of GDP in these countries is still higher than this newspaper would like, or indeed than will be sustainable. Their levels of taxation still encourage entrepreneurs to move abroad: London is full of clever young Swedes. Too many people—especially immigrants—live off benefits. The pressures that have forced their governments to cut spending, such as growing global competition, will force more change. The Nordics are bloated compared with Singapore, and they have not focused enough on means-testing benefits.
All the same, ever more countries should look to the Nordics. Western countries will hit the limits of big government, as Sweden did. When Angela Merkel worries that the European Union has 7% of the world’s population but half of its social spending, the Nordics are part of the answer. They also show that EU countries can be genuine economic successes. And as the Asians introduce welfare states they too will look to the Nordics: Norway is a particular focus of the Chinese.
The main lesson to learn from the Nordics is not ideological but practical. The state is popular not because it is big but because it works. A Swede pays tax more willingly than a Californian because he gets decent schools and free health care. The Nordics have pushed far-reaching reforms past unions and business lobbies. The proof is there. You can inject market mechanisms into the welfare state to sharpen its performance. You can put entitlement programmes on sound foundations to avoid beggaring future generations. But you need to be willing to root out corruption and vested interests. And you must be ready to abandon tired orthodoxies of the left and right and forage for good ideas across the political spectrum. The world will be studying the Nordic model for years to come.

Monday, February 4, 2013

Dica Cultural

Porque ler coisas boas é essencial. Um livro daqueles que voce lamenta quando acaba. Tema longe de ser inedito, mas bem escrito. Vale a pena.

http://www.amazon.com/Why-Does-World-Exist-Existential/dp/0871404095/ref=pd_rhf_ee_p_t_1_FKY8

U$ 10.00 no kindle. Moleza.



Saturday, February 2, 2013

Leitura De Sabado: Rapida E Obrigatoria

Pense nisso (texto abaixo). Faz sentido.


That Daily Shower Can Be a Killer

You see, falls are a common cause of death in older people like me. (I’m 75.) Among my wife’s and my circle of close friends over the age of 70, one became crippled for life, one broke a shoulder and one broke a leg in falls on the sidewalk. One fell down the stairs, and another may not survive a recent fall.
“Really!” you may object. “What’s my risk of falling in the shower? One in a thousand?” My answer: Perhaps, but that’s not nearly good enough.
Life expectancy for a healthy American man of my age is about 90. (That’s not to be confused with American male life expectancy at birth, only about 78.) If I’m to achieve my statistical quota of 15 more years of life, that means about 15 times 365, or 5,475, more showers. But if I were so careless that my risk of slipping in the shower each time were as high as 1 in 1,000, I’d die or become crippled about five times before reaching my life expectancy. I have to reduce my risk of shower accidents to much, much less than 1 in 5,475.
This calculation illustrates the biggest single lesson that I’ve learned from 50 years of field work on the island of New Guinea: the importance of being attentive to hazards that carry a low risk each time but are encountered frequently.
I first became aware of the New Guineans’ attitude toward risk on a trip into a forest when I proposed pitching our tents under a tall and beautiful tree. To my surprise, my New Guinea friends absolutely refused. They explained that the tree was dead and might fall on us.
Yes, I had to agree, it was indeed dead. But I objected that it was so solid that it would be standing for many years. The New Guineans were unswayed, opting instead to sleep in the open without a tent.
I thought that their fears were greatly exaggerated, verging on paranoia. In the following years, though, I came to realize that every night that I camped in a New Guinea forest, I heard a tree falling. And when I did a frequency/risk calculation, I understood their point of view.
Consider: If you’re a New Guinean living in the forest, and if you adopt the bad habit of sleeping under dead trees whose odds of falling on you that particular night are only 1 in 1,000, you’ll be dead within a few years. In fact, my wife was nearly killed by a falling tree last year, and I’ve survived numerous nearly fatal situations in New Guinea.
I now think of New Guineans’ hypervigilant attitude toward repeated low risks as “constructive paranoia”: a seeming paranoia that actually makes good sense. Now that I’ve adopted that attitude, it exasperates many of my American and European friends. But three of them who practice constructive paranoia themselves — a pilot of small planes, a river-raft guide and a London bobby who patrols the streets unarmed — learned the attitude, as I did, by witnessing the deaths of careless people.
Traditional New Guineans have to think clearly about dangers because they have no doctors, police officers or 911 dispatchers to bail them out. In contrast, Americans’ thinking about dangers is confused. We obsess about the wrong things, and we fail to watch for real dangers.
Studies have compared Americans’ perceived ranking of dangers with the rankings of real dangers, measured either by actual accident figures or by estimated numbers of averted accidents. It turns out that we exaggerate the risks of events that are beyond our control, that cause many deaths at once or that kill in spectacular ways — crazy gunmen, terrorists, plane crashes, nuclear radiation, genetically modified crops. At the same time, we underestimate the risks of events that we can control (“That would never happen to me — I’m careful”) and of events that kill just one person in a mundane way.
Having learned both from those studies and from my New Guinea friends, I’ve become as constructively paranoid about showers, stepladders, staircases and wet or uneven sidewalks as my New Guinea friends are about dead trees. As I drive, I remain alert to my own possible mistakes (especially at night), and to what incautious other drivers might do.
My hypervigilance doesn’t paralyze me or limit my life: I don’t skip my daily shower, I keep driving, and I keep going back to New Guinea. I enjoy all those dangerous things. But I try to think constantly like a New Guinean, and to keep the risks of accidents far below 1 in 1,000 each time.
Jared Diamond, a professor of geography at the University of California, Los Angeles, is the author of the new book “The World Until Yesterday: What Can We Learn From Traditional Societies?
”



Friday, February 1, 2013

Musica De Sexta-Feira

underrated banda.




Grandes Vinhos, Pequenos Precos

O vinho que tomei durante uma degustacao as cegas foi de longe o melhor da noite e tinha o melhor preco. Madeira imperceptivel (apesar das lascas que deram o famoso gosto e aroma ao vinho), taninos muito discretos (agrada a mulherada e facilita quando tomado a temperaturas mais baixas, ideal para verao), cor purpura forte (algo que encanta os brasileiros iniciantes), alcool bem integrado, aromas tipicos da malbec (frutas, frutas, frutas) e uma persistencia na boca media. 

Um vinho sem defeitos, mas talvez o enologo quis dar uma de Parreira e pensou que ganhar de 0.5 x 0 era melhor que 5 x 2 --Ele nao ousou muito --. 

Ja repararam como grandes vinhos as vezes tem alguns defeitos adoraveis enquanto vinhos modestos nao tem defeito algum (nem qualidades)? 

Paguei meros R$ 35.00 por um desconhecido Naiara Reserva 2008. Segundo o lojista, a importadora que vacilou, perdeu o produtor e saiu queimando o produto. Bom, paguei R$ 35.00 e o que vale e' o preco vigente. 

Nao mais meu estilo de vinho, mas para quem gosta, aproveite.

De novo: Por que nao cobraram um preco menor antes e arrebentaram de vender? 

Thursday, January 31, 2013

Foto Do Mes

Freaking hilarious. Morons.

Drauzio Varela Fala Sobre Os Bons E Maus Efeitos Do Alcool

O medico, escritor, apresentador e atleta fundista Dr. Drauzio Varela faz uma entrevista onde ele e outro medico conversam sobre os efeitos do alcool. Tire as conclusoes por sua conta... 


USO DO ÁLCOOL NO DIA A DIA

Dr. Ronaldo Ramos Laranjeira é médico psiquiatra, com phD em Dependência Química na Inglaterra e professor de Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde coordena um grupo de pesquisa sobre álcool e outras drogas.
De todas as drogas psicoativas, o álcool é seguramente a que tem maior número de usuários no mundo, mas o padrão de consumo varia muito de uma pessoa para outra. Há aquelas que se gabam de sua resistência, pois bebem muito e raramente se embriagam. Outras, que também consomem álcool em excesso, enfrentam enormes dificuldades provocadas por seus efeitos deletérios. Há, ainda, as que bebem com moderação no ambiente familiar, numa reunião com amigos, em datas festivas, e as radicais que não provam sequer uma gota de qualquer bebida que contenha álcool, uma substância sempre tóxica independentemente da quantidade ingerida.
Essa diferença de comportamento e de padrão de consumo confunde um pouco, especialmente porque em doses bem baixas, o álcool pode ter alguns efeitos benéficos. Então, cabe a pergunta: quanto uma pessoa pode beber sem prejudicar o organismo e a partir de que dosagem diária pode desenvolver dependência?
Os limites do baixo risco são claros: para o sexo masculino, dois copos de vinho, ou uma latinha de cerveja ou uma dose de 50ml de destilados; para as mulheres, esses valores não valem, porque o metabolismo do álcool nelas é diferente. Quem bebe mais do que isso, mesmo que seja só nos fins de semana, pode desenvolver dependência da droga.
O Brasil é um país onde não há controle efetivo sobre o uso e abuso do álcool, uma droga socialmente aceita e cujo consumo, em muitos casos, é até incentivado apesar dos desacertos e violência que pode provocar.
SUBSTÂNCIA TÓXICA
Drauzio – Em qualquer quantidade, o álcool é uma droga sempre perniciosa ao organismo?
Ronaldo Laranjeira – Há um padrão de consumo que pode ser considerado de baixo risco, pouco tóxico e, eventualmente, até benéfico à saúde em algumas situações. É o caso do adulto sem nenhuma doença, que bebe até duas doses de vinho por dia, ou dois copos de cerveja, ou uma dose de destilado. Na gravidez, porém, uma dose diária de álcool é suficiente para intoxicar o feto.
Nunca se pode perder a vista, porém, que o álcool é uma substância tóxica, qualquer que seja a dose e que, quanto maior for o volume ingerido, mais tóxico ele é. Se a pessoa beber três, quatro doses de vinho num dia, estará expondo seu organismo a um nível de toxicidade que mudará seu padrão de sono e aumentará o risco de hipertensão, por exemplo. Número maior de doses diárias provavelmente vai provocar dependência e outros problemas como doença cardiovascular, acidentes pessoais, etc.
PADRÃO DE CONSUMO
Drauzio – Houve um tempo em que a medicina considerava alcoólatras aqueles que bebiam todos os dias, porque o álcool passava a fazer parte do seu metabolismo. Hoje, não se pensa mais assim. Qual é o conceito atual de alcoolismo?
Ronaldo Laranjeira – É preciso estabelecer a distinção entre três padrões diferentes do beber. O uso do álcool é considerado de baixo risco, se a pessoa beber um ou dois copos de bebida alcoólica por dia. Se beber mais, estará fazendo uso nocivo do álcool. Portanto, quem diz – “Não sou alcoólatra. Só bebo à noite, em casa, uns três uísques” -, enquadra-se no segundo padrão de consumo. Esse usuário pode não ser dependente, mas está sujeito aos efeitos negativos do álcool e aumentando o risco de hipertensão, câncer, doença cardiovascular, etc., sobretudo porque não se pode ignorar que, em geral, as doses tomadas em casa são generosas, são doses duplas.
O terceiro padrão é o da dependência, que tem duas características marcantes: beber grandes volumes regularmente e ser tolerante ao álcool. Quando não bebe, o dependente entra em crise de abstinência. Nos casos extremos, acorda de manhã com tremor, suando muito e precisa beber para aliviar esses sintomas. Esse é o espectro mais nocivo da doença chamada popularmente de alcoolismo.
Portanto, dependência é um estado de necessidade fisiológica que ocorre em graduações mais ou menos elevadas. À semelhança da dependência criada pela nicotina, os dependentes de álcool sentem necessidade de beber depois de horas ou dias de abstinência. Quem bebe com regularidade e, na hora do almoço ou no fim da tarde, sente falta de bebida alcoólica, já desenvolveu certo nível de dependência.
Drauzio – Há aspectos distintos nesses dois casos. O dependente de nicotina não passa duas horas sem entrar em crise de abstinência. Nenhum deles consegue ficar a semana inteira longe do cigarro e, no final de semana, exagerar fumando três maços inteiros. Já, em relação ao álcool, é comum encontrar bebedores que passam a semana em completa abstinência e exorbitam nos finais de semana.
Ronaldo Laranjeira – Mesmo bebendo só no fim de semana, a pessoa pode ser dependente de álcool. Façamos uma analogia com os usuários de cocaína. Às vezes, o dependente típico de cocaína fica dias longe da droga, recuperando-se talvez, mas depois volta a usá-la em grandes quantidades por dias consecutivos.
No caso específico do álcool, é dependente quem bebe todo dia, e tanto maior será seu grau de dependência quanto mais cedo sentir necessidade de beber novamente. Pode ser também um sintoma de dependência o fato de os bebedores de final de semana conseguirem ingerir grandes volumes de álcool nesses dias, uma vez que, para suportar a agressão de meia garrafa de uísque, o cérebro precisa desenvolver uma série de modificações típicas da dependência.
É interessante observar que existe grande diversidade de padrões de consumo do álcool. No caso da nicotina, pesquisas mostram que mais de 90% dos dependentes fumam mais ou menos um maço de cigarros por dia e não ficam duas horas sem acender outro cigarro. O álcool é uma droga mais plástica, mais moldada pelo ambiente, mais flexível. Às vezes, pessoas portadoras de dependência muito grave chegam a passar o dia todo trabalhando sem ter crise de abstinência, mas compensam a necessidade bebendo um litro de uísque à noite.
Drauzio – É alcoólatra quem passa o fim de semana embriagado?
Ronaldo Laranjeira - É alcoólatra, porque manifesta um padrão de consumo próprio da dependência.
Drauzio – Como a pessoa consegue levantar na manhã seguinte para trabalhar depois de ter bebido uma garrafa de uísque na noite anterior?
Ronaldo Laranjeira – Essas pessoas desenvolvem um processo de adaptação. Não é que levantem felizes no dia seguinte. Apesar dos sintomas de ressaca provocados pela toxicidade do álcool, a convicção de que precisam trabalhar é tão grande, que conseguem manter, às vezes por um período bastante longo, as aparências e as funções sociais. No entanto, se pudessem, suspenderiam imediatamente as atividades e iriam beber.
FATORES DE RISCO
Drauzio – Muitos adolescentes vão a festas, bebem, mas têm controle sobre o uso do álcool. Outros sempre exageram na bebida. Existe um tipo de personalidade de risco para o alcoolismo?
Ronaldo Laranjeira – A combinação de características biológicas, genéticas, com valores familiares e ambientais é que vai determinar o padrão de consumo de álcool de uma pessoa.
Alguns japoneses, por exemplo, se sentem mal quando bebem. A falta de uma enzima no fígado faz com que acumulem em demasia uma substância tóxica do álcool, um metabólito chamado aldeído acético. O curioso é que os portadores desse perfil enzimático estão geneticamente protegidos contra o alcoolismo.
Entretanto, há pessoas que se sentem muito bem quando bebem. O álcool exerce sobre elas um impacto ligado ao prazer. Por isso, bebem quando estão ansiosas; bebem e se sentem bem. Essas estarão mais propensas ao uso descontrolado do álcool, especialmente se a cultura da família valorizar que ir a bares e beber muito é uma forma de afirmar a identidade masculina, por exemplo.
Drauzio – Não há mais dúvida de que fatores genéticos estão envolvidos com o consumo de álcool. Estudos com gêmeos univitelinos, portanto idênticos do ponto de vista genético, mas criados sem nenhum contato, mostram que, se um deles for alcoólatra, o risco de o outro também ser aumenta muito.
Ronaldo Laranjeira – Não só os estudos com gêmeos provam isso. Os realizados em pessoas da mesma família indicam que é possível identificar o perfil genético que predispõe o indivíduo a usufruir os efeitos mais agradáveis do álcool e a manter um padrão típico de consumo.
Na minha opinião, porém, a força dos fatores ambientais é mais decisiva para o desenvolvimento da dependência do que a genética. Veja um exemplo: na Arábia Saudita, a pessoa pode até ter o gene que facilita o consumo de álcool. Mas, como as condições ambientais não favorecem seu uso, o número de alcoólatras é bem pequeno.
No nosso meio, acontece exatamente o contrário. Vivemos uma situação de completo descontrole. Não temos tradição cultural para coibir o uso do álcool. Há mais de um milhão de bares espalhados pelo Brasil, a bebida alcoólica é muito barata e a propaganda corre solta, bombardeando todos nós a todo momento.
Nossa equipe terminou uma pesquisa realizada com motoristas, escolhidos aleatoriamente, nas noites de sexta-feira e sábado em Diadema, Santos, Belo Horizonte e Vitória no Espírito Santo sobre a questão básica do beber e dirigir. Por incrível que pareça, em média, 23% dos entrevistados nessas cidades estavam alcoolizados. Nunca vi uma taxa tão grande quanto essa no mundo inteiro.
Drauzio – Estavam alcoolizados a ponto de terem os reflexos prejudicados?
Ronaldo Laranjeira – Sim, a maioria estava acima do limite considerado seguro pelo Código Brasileiro de Trânsito.
Drauzio – Que já é muito complacente…
Ronaldo Laranjeira – Muito tolerante. Na Alemanha e no Japão, por exemplo, a tolerância é zero. No Brasil, o custo social do álcool é alto por causa desse ambiente tolerante com seu consumo, por causa da frouxidão nos controles. Quanto mais desenvolvida a sociedade, maior é o controle que exerce sobre o consumo de álcool. Na Suécia, Estados Unidos, Canadá, ele é um produto sujeito a uma série de restrições e a população está mais informada sobre suas características e efeitos do que a nossa.
O álcool é uma substância tóxica que, absorvida pelo tubo digestivo, causa impacto no cérebro. Isso explica boa parte dos acidentes de trânsito e a maioria dos casos de violência doméstica. No Brasil, não tenha dúvida, a frouxidão no controle é responsável pelo número enorme de crianças expostas regularmente a atos violentos por causa do abuso do álcool.
E mais: enquanto não exercermos esses controles e a sociedade não se proteger contra os prejuízos que o álcool pode provocar, a indústria interessada na produção e venda de bebidas continuará ditando a política do álcool no nosso País.
ESTATÍSTICAS
Drauzio – Você mencionou que o uso moderado do álcool pode ser benéfico. Quanto uma pessoa pode beber com segurança?
Ronaldo Laranjeira - Mais ou menos 30% da população consomem 70% de todo o álcool produzido no Brasil. Isso acontece também nos Estados Unidos. Portanto, um número significativo de pessoas bebe muito e são raras as que conseguem adotar um padrão saudável e moderado de consumo, embora ele possa ser estimulado.
Drauzio – Essa estatística tem um lado interessante: se 30% da população bebem 70% do volume de álcool produzido, 70% das pessoas consomem apenas 30% do álcool.
Ronaldo Laranjeira – Também é interessante o fato de que 50% das mulheres brasileiras não bebem, o que é uma taxa alta de abstinência, especialmente se comparada com a dos países europeus e da Argentina, onde só 20% das mulheres não bebem.
Nossa pesquisa também mostrou que 30% da população masculina são constituídos por não-bebedores ou bebedores irregulares. Então, não seria exagero dizer que quase metade dos brasileiros não bebe, pelo menos com regularidade.
Por isso, não vejo sentido em fazer uma cruzada contra o álcool, pois a maioria das pessoas não bebe. A orientação para quem quer beber, mantendo a margem de segurança para não pagar o preço do risco biológico do álcool, é que o consumo deve restringir-se a não mais do que um, dois copos de cerveja ou vinho, ou uma dose de destilado. Infelizmente, muitos gostam de beber, e bebem, bem mais do que isso.
Drauzio – Existe um estudo – talvez o mais completo sobre os efeitos do álcool – feito com homens americanos entre 45 e 70 anos, acompanhados durante 12 anos, que registrou os episódios de doenças cardiovasculares (ataques cardíacos, derrames cerebrais) que eles apresentaram. A conclusão foi que houve uma redução de 30% nos ataques cardíacos naqueles que tomavam até duas taças de vinho, duas latinhas de cerveja ou duas doses de 50mL de destilado (50mL equivalem ao conteúdo de um copinho de plástico de café). Isso coloca os médicos numa posição delicada ao falar dos prejuízos do álcool.
Ronaldo Laranjeira – Você salientou que a pesquisa foi feita só com homens. Embora as mulheres que bebem um copo de vinho por dia também usufruam dessa proteção cardíaca, se tomarem dois copos, terão aumentada em 20% a probabilidade de desenvolver câncer de mama. Infelizmente, a mulher é mais suscetível aos danos biológicos do álcool. Por isso, quando se fala nos efeitos benéficos do álcool, é preciso contextualizar muito bem o objeto da discussão.
Homem saudável com mais de 30 anos, sem predisposição para o alcoolismo, pode tirar proveito desse efeito protetor. No entanto, há evidências de que mesmo doses baixas aumentam o risco de a pessoa, que já teve um infarto, apresentar outros eventos cardíacos.
Diante dessas constatações, eu recomendaria o padrão de consumo de baixo risco para os homens sem nenhuma doença nem risco de ultrapassar os limites aceitáveis (uma ou duas doses de vinho, de cerveja, ou de destilado), o que não é fácil.
Drauzio – O estudo americano mostrou que não houve diferença no grau de proteção proporcionado pelo vinho tinto, vinho branco, cerveja ou destilados. Parece que é o álcool mesmo que oferece esse fator protetor.
Ronaldo Laranjeira – Parece que essa conclusão se encaixa no que se entendia por paradoxo francês. Na França, as pessoas bebem mais e, apesar da dieta rica em gorduras, têm menos problemas cardiovasculares. No começo se atribuiu o achado à uva. Dentro dela ou na sua casca haveria substâncias antioxidantes. Depois, essa teoria caiu por terra. Hoje se sabe que provavelmente o álcool possui algum efeito hormonal, químico e, em doses baixas, provoca um efeito protetor. No entanto, estamos longe de chegar ao mecanismo pelo qual isso acontece.

Wednesday, January 30, 2013

Feira De Organicos Da Agua Branca: Impressoes

Domingo cedo antes da corrida ou da bicicleta e' hora de fazer feira. Organica. Apos zilhoes de anos fui convencido por um cliente de bom gosto a tentar a feira do parque da Agua Branca. Como ex-agronomo que estudou um pouco sobre isso tenho alguma familiaridade com o assunto.
Ja fui em muito lugar com o tema organico em outros paises e me considero apto a dizer algumas coisas. Quanta coisa gostosa ja comprei na america e na zoropa. Delicious.

Algumas fosforilacoes: 

  • Claramente alguns produtores ainda nao pegaram a mao na conducao e producao de algumas frutas e hortalicas (principalmente as SOLANACEAS, que sao bem exigentes em nutricao)
  • Havia poucas barracas porque pouca gente vai la ou pouca gente vai la porque ha poucas barracas? Onde ha mais abundancia e fartura a compra fica mais gostosa. Loja vazia nao atrai gente. Gente chama gente. Ambiente meio feio...austero, sem esmero. Claro, nao posso comparar o galpao da agua branca com Whole Foods ou Trader Joe's.
  • Vi caju do norte (claro), pao de porto alegre e muita coisa do interior de S. Paulo e MG na feira. Um dos itens que compoe a cesta de organicos e' o respeito ao planeta. Uma carga de pao que vai de porto alegre a sao paulo gasta quanto de combustivel? Nao ha fornecedor de pao integral em SP? De Valinhos a SP quanto foi gasto para transportar aqueles figos deliciosos? De MG entao?
  • Espero que a associacao fique mais profissional e agressiva na propaganda e divulgacao das varias feiras por SP, que tudo la seja realmente 100% organico e que melhorem o aspecto visual dos produtos. Sei que nao e' facil, tao pouco impossivel. 
  • Nosso poder de compra e' patetico comparado ao da america do norte. Ate numa feira de organico da para ver isso.
All in all eu volto la para mais, mas com a bola um pouco mais baixa.

Boa Noticia News: Vida Dos Bebados Fica Mais Cara

Um pouco de primeiro mundo nesse pais tao atrasado. Tomara que levem a serio isso.


Contran institui tolerância zero de álcool para multas da lei seca

Motorista que apresentar 0,05 mg de álcool por litro de ar expelido pagará multa de R$ 1.915,40

29 de janeiro de 2013 | 16h 22

Bruno Ribeiro - O Estado de S. Paulo
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou novos limites de tolerância de álcool para o teste do bafômetro que, na prática, instituíram a tolerância zero no País. Qualquer motorista que apresentar 0,05 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões terá de pagar multa de R$ 1.915,40 (menos de uma lata de cerveja). Até agora, o limite era de 0,2 miligrama.
No caso de o motorista ser submetido a exame de sangue, segundo as novas regras, não será tolerada nenhuma quantidade de álcool no sangue para evitar a multa.
A regulamentação foi uma medida complementar às mudanças na lei seca estabelecidas no fim do ano passado pelo Congresso Nacional e sancionadas pela presidente Dilma Rousseff. Ela foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 29.
Quem for flagrado nos testes com mais de 0,34 miligrama de álcool por litro de ar alveolar continua sujeito à prisão por crime de trânsito. A pena é de seis meses a três anos de detenção, multa e suspensão do direito de dirigir.
As novas formas de provar a embriaguez do motorista, como testemunhos de policiais e gravações em vídeo também são válidas, segundo a regulamentação.