Wednesday, August 28, 2013

Vegetais E Frutas Congelados X Produtos Em Natura. Quem Traz Mais Beneficios?

Velha conversa onde ha cientistas, celebridades, jogador de futebol e ate apresentadores de TV dando palpite.

Muita gente ainda tem preconceito contra os vegetais e frutas congelados, mas deveriam perder mais esse preconceito. Folhas ficam de fora dessa conversa.

Em um mundo perfeito e ideal todos os vegetais e frutos seriam colhidos no pico de maturacao quando a quantidade de nutrientes, vitaminas e o sabor estao no esplendor. Mas em realidade o que ocorre he que como tudo tem que viajar distancias enormes, muita coisa he colhida antes de hora para poder suportar uma viagem longa. 

Se passarem do ponto, ficam feios e perdem nutrientes.

E nessa brecha entram os congelados. Sao livres de bacterias (ao menos estao mortas ali), mantem as propriedades nutricionais  'quase' todas intactas (ha perda de vit C e uma ou outra) e possuem sempre as mesmas caracteristicas de gosto e visual (algo desejado por restaurantes ou qualquer lugar que sirva comida).

E no pais do trambique, as polpas de fruta sempre vem com fraude dentro. Por isso os comerciantes estao pedindo fruta inteira congelada. Evita-se assim, pagar por morango e receber morango com chuchu ou outro enchimento fraudulento.
Germ-free, and it's delicious

Umm, sou naturalmente deliciosa, mas nao duro mais que um dia fora da arvore

Tuesday, August 27, 2013

E Depois Do Cafe: Pimenta

Como nao ser um louco por pimentas? Enviado por e-mail. Pode ser que alguns medicos e pesquisadores tenham resultados diferentes do que esta aqui....mas, em duvida, eu como um monte disso.

Santa pimenta

 
Quem coloca a pimenta no dia-a-dia estÔ levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatorio, xarope, vitaminas, benefícios que os Chineses e outros povos primitivos descobriram hÔ milhares de anos, utilizando-a como fitoterÔpico e que agora estão sendo comprovados pela ciência.

A pimenta faz bem Ć  saĆŗde e seu consumo Ć© essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, atĆ© hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.

A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorroidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dÔ à pimenta o seu carÔter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.

O nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!

O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvÔ-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescÔ-lo.

Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradÔvel, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de Ôlcool!

Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina Ć© produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estÓmago. Possuem efeito carminativo (antiflatulencia). Estimulam a circulação no estÓmago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente açãoantioxidante(antienvelhecimento) da capsaicina e piperina.

Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, Ôcido fólico, zinco e potÔssio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.

Graças a essas vantagens, a planta jÔ estÔ classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vÔrios remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

Apesar disso, muitas pessoas ainda tĆŖm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se vocĆŖ Ć© uma delas, saiba que diversos estudos recentes tĆŖm revelado que a pimenta nĆ£o Ć© um veneno nem mesmo para quem tem hemorroidas, gastrite ou hipertensĆ£o. 


DOENƇAS QUE A PIMENTA CURA E PREVINE 


Baixa imunidade
 - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate Ć  aids com resultados promissores.


CĆ¢ncer
 - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de cĆ©lulas de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade.

Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreÔticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreÔticas saudÔveis ou efeitos colaterais.

JƔ em Taiwan os mƩdicos observaram a morte de cƩlulas cancerosas do esƓfago.

Depressão
 - A ingestĆ£o da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsĆ”veis pelo nosso estado de alerta, que estĆ” associado tambĆ©m Ć  melhora do Ć¢nimo em pessoas deprimidas.

Enxaqueca
 - Provoca a liberação de endorfinas, analgĆ©sicos naturais potentes, que atenuam a dor.

Feridas abertas
 - Ɖ anti-sĆ©ptica, analgĆ©sica, cicatrizante e anti-hemorrĆ”gica quando o seu pó Ć© colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados
 - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenƧas, Ć© comum recomendar a ingestĆ£o de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pĆ­lula. 

Hemorroidas
 - A capsaicina tem poder cicatrizante e jĆ” existem remĆ©dios com pimenta para uso tópico. 

InfecƧƵes
 - O alimento combate as bactĆ©rias, jĆ” que tem poder bacteriostĆ”tico e bactericida, e nĆ£o prejudica o sistema de defesa. Pelo contrĆ”rio, atĆ© estimula a recuperação imunológica.

Males do coração
 - A pimenta tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardĆ­aco em 30 segundos.
Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade
 - Consumida nas refeiƧƵes, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. AlĆ©m disso, aumenta a temperatura (termogĆŖnese) e, para dissipĆ”-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta
 - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressĆ£o arterial
 

Monday, August 26, 2013

Drauzio Varella E O Cafe

Invista so um pouco dinheiro em cafe bom. Vale a pena, voce vive uma vez so.

De volta ao cafƩ

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/drauziovarella/2013/08/1330930-de-volta-ao-cafe.shtml

A cafeína é a única droga psicoativa que podemos usar sem o menor sentimento de culpa. HÔ um ano, fiz essa afirmação nesta coluna depois de ler um artigo do "The New England Journal of Medicine", a revista médica de maior circulação mundial. Semanas atrÔs, a Folha resumiu um estudo publicado na revista "Mayo Clinic Proceedings" que aponta em outra direção.
Com base nessa aparente contradição, João Luiz Neves, de Curitiba, enviou para o Painel do Leitor a pergunta a mim dirigida: "E agora, doutor, como proceder?".
Somos bombardeados diariamente com mensagens de saúde conflitantes. A internet estÔ abarrotada de sites e de e-mails que se propagam feito vírus, para exaltar os benefícios do alho, do limão, da maçã, do tomate orgânico, da berinjela e até da urinoterapia. O risco dessas informações médicas desencontradas é deixar o leitor descrente de todas.
Por essa razão, e pela importância do café em nossas vidas, vou comparar as duas pesquisas.
O estudo do "New England" foi patrocinado pelos Institutos Nacionais de Saúde, dos Estados Unidos. Nele, foram incluídos 229.119 homens e 173.141 mulheres saudÔveis, com idades entre 50 e 71 anos.
De acordo com o nĆŗmero de xĆ­caras tomadas diariamente, o grupo foi dividido em dez categorias.
Durante os 14 anos de acompanhamento, foram a óbito 33.731 homens e 18.784 mulheres. Depois de eliminar fatores como cigarro (especialmente), sedentarismo e obesidade, ficou claro haver uma relação inversa: quanto mais café, menor o número de mortes.
Além de diminuir a mortalidade geral, tomar café reduziu o número de óbitos por diabetes, doenças cardiorrespiratórias, derrames cerebrais, ferimentos, acidentes e infecções. As mortes por câncer não foram afetadas.
O efeito protetor foi diretamente proporcional ao número de xícaras ingeridas diariamente. A diminuição mais acentuada da mortalidade aconteceu no subgrupo de seis xícaras ou mais por dia: redução de 10% nos homens e 15% nas mulheres.
Essa associação foi independente da preferência por café descafeinado ou não, sugerindo que a proteção não ocorre por conta da cafeína.
Vamos à publicação da revista da "Mayo Clinic". Durante 17 anos, foram acompanhados 43.727 participantes. Nesse período, ocorreram 2.512 mortes, das quais 32% por doenças cardiovasculares.
Comparados com os que não tomavam café, entre os bebedores contumazes do sexo masculino --definidos como aqueles que consumiam diariamente mais de quatro canecas de oito onças (equivalentes a cerca de 240 mililitros)-- houve aumento da mortalidade geral. Nas mulheres, não houve diferença estatisticamente significativa.
Entre os participantes com menos de 55 anos, no entanto, tomar mais do que as quatro canecas por dia aumentou a mortalidade em 56% entre os homens e 113% entre as mulheres.
Não houve associação entre consumo de café e mortalidade por doenças cardiovasculares. Nesse caso, como relacionÔ-lo com as mortes por infecções, acidentes automobilísticos ou câncer?
Na comparação, o primeiro estudo tem evidências mais confiÔveis: incluiu dez vezes mais participantes, acompanhados por período semelhante (14 versus 17 anos), que foram divididos em dez grupos em ordem crescente da quantidade de café ingerido por dia. Todos eles se beneficiaram.
No segundo estudo, só tiveram a mortalidade aumentada aqueles que tomavam mais de quatro canecas de 240 mililitros por dia. Ou seja, foi prejudicado apenas quem tomou mais de um litro por dia, durante 17 anos, em média.
Ɖ inexplicĆ”vel porque as mulheres, quando analisadas globalmente, nĆ£o apresentaram mortalidade mais alta, enquanto no subgrupo com menos de 55 anos o aumento foi de 113%.
O problema com ambos os estudos é que são retrospectivos: a decisão de tomar ou não café foi tomada no passado, de acordo com a vontade pessoal. O ideal é que fossem prospectivos, nos quais os participantes seriam acompanhados só depois de sorteados ao acaso para fazer parte do grupo dos abstêmios ou dos tomadores de café. Por razões óbvias, uma pesquisa com essas características jamais serÔ realizada.
Por isso, caro João Luiz, pode tomar seu café sem remorsos. Por via das dúvidas, faça como eu e todas as pessoas de bom senso: evite beber mais do que um litro por dia

Saturday, August 24, 2013

Leitura De Sabado: Faca Menos, Pense Mais

Que tal seguir o exemplo de quem ''deu'' certo (sem trocadilho) na vida? Otimo artigo. Concordo completamente.

A ironia do artigo he que eu enviei para muitas pessoas via ......e-mail!


Schumpeter

In praise of laziness

Businesspeople would be better off if they did less and thought more



THERE is a never-ending supply of business gurus telling us how we can, and must, do more. Sheryl Sandberg urges women to “Lean In” if they want to get ahead. John Bernard offers breathless advice on conducting “Business at the Speed of Now”. Michael Port tells salesmen how to “Book Yourself Solid”. And in case you thought you might be able to grab a few moments to yourself, Keith Ferrazzi warns that you must “Never Eat Alone”.
Yet the biggest problem in the business world is not too little but too much—too many distractions and interruptions, too many things done for the sake of form, and altogether too much busy-ness. The Dutch seem to believe that an excess of meetings is the biggest devourer of time: they talk of vergaderziekte, “meeting sickness”. However, a study last year by the McKinsey Global Institute suggests that it is e-mails: it found that highly skilled office workers spend more than a quarter of each working day writing and responding to them.


Which of these banes of modern business life is worse remains open to debate. But what is clear is that office workers are on a treadmill of pointless activity. Managers allow meetings to drag on for hours. Workers generate e-mails because it requires little effort and no thought. An entire management industry exists to spin the treadmill ever faster.
All this “leaning in” is producing an epidemic of overwork, particularly in the United States. Americans now toil for eight-and-a-half hours a week more than they did in 1979. A survey last year by the Centres for Disease Control and Prevention estimated that almost a third of working adults get six hours or less of sleep a night. Another survey last year by Good Technology, a provider of secure mobile systems for businesses, found that more than 80% of respondents continue to work after leaving the office, 69% cannot go to bed without checking their inbox and 38% routinely check their work e-mails at the dinner table.
This activity is making it harder to focus on real work as opposed to make-work. Teresa Amabile of Harvard Business School, who has been conducting a huge study of work and creativity, reports that workers are generally more creative on low-pressure days than on high-pressure days when they are confronted with a flurry of unpredictable demands. In 2012 Gloria Mark of the University of California, Irvine, and two colleagues deprived 13 people in the IT business of e-mail for five days and studied them intensively. They found that people without it concentrated on tasks for longer and experienced less stress.
It is high time that we tried a different strategy—not “leaning in” but “leaning back”. There is a distinguished history of leadership thinking in the lean-back tradition. Lord Melbourne, Queen Victoria’s favourite prime minister, extolled the virtues of “masterful inactivity”. Herbert Asquith embraced a policy of “wait and see” when he had the job. Ronald Reagan also believed in not overdoing things: “It’s true hard work never killed anybody,” he said, “but I figure, why take the chance?”. This tradition has been buried in a morass of meetings and messages. We need to revive it before we schedule ourselves to death.
The most obvious beneficiaries of leaning back would be creative workers—the very people who are supposed to be at the heart of the modern economy. In the early 1990s Mihaly Csikszentmihalyi, a psychologist, asked 275 creative types if he could interview them for a book he was writing. A third did not bother to reply at all and another third refused to take part. Peter Drucker, a management guru, summed up the mood of the refuseniks: “One of the secrets of productivity is to have a very big waste-paper basket to take care of all invitations such as yours.” Creative people’s most important resource is their time—particularly big chunks of uninterrupted time—and their biggest enemies are those who try to nibble away at it with e-mails or meetings. Indeed, creative people may be at their most productive when, to the manager’s untutored eye, they appear to be doing nothing.
Managers themselves could benefit. Those at the top are best employed thinking about strategy rather than operations—about whether the company is doing the right thing rather than whether it is sticking to its plans. When he was boss of General Electric, Jack Welch used to spend an hour a day in what he called “looking out of the window time”. When he was in charge of Microsoft Bill Gates used to take two “think weeks” a year when he would lock himself in an isolated cottage. Jim Collins, of “Good to Great” fame, advises all bosses to keep a “stop doing list”. Is there a meeting you can cancel? Or a dinner you can avoid?
Less is more—more or less
Junior managers would do well to follow the same advice. In “Do Nothing”, one of the few business books to grapple with the problem of over-management, Keith Murnighan of the Kellogg School of Management argues that the best managers focus their attention on establishing the right rules—recruiting the right people and establishing the right incentives—and then get out of the way. He quotes a story about Eastman Kodak in its glory days. A corporate reorganisation left a small division out in the cold—without a leader or a reporting line to headquarters. The head office only rediscovered the division when it received a note from a customer congratulating the unit on its work.
Doing nothing may be going too far. Managers play an important role in co-ordinating complicated activities and disciplining slackers. And some creative people would never finish anything if they were left to their own devices. But there is certainly a case for doing a lot less—for rationing e-mail, cutting back on 

Thursday, August 22, 2013

Quebra-Quebra News

Semana foi tambem para visitar clientes. Basicamente estao agonizando. Varios no vermelho e muitos suspenderam ate os pro-labore da vida.

Importadoras (que estao ainda pior) estao tentando roubar os clientes das lojas indo direto ate o cliente (via web, e-mails ou no corpo a corpo mesmo).

E agora veremos dollar/euro mais a ST duplicada em S.Paulo.

Voce ja viu como se parece uma recessao profunda e um mercado que sofre fortissima correcao? Tai sua grande chance de ver tudo isso.

Historico.

Sabe quem fica de pe? Quem se adequar aos novos tempos. Sabe como sera isso? Com precos justos, margens apertadissimas, e um estilo de vida fora da empresa bem mais modesto. Chega de tirar o quanto quer da sua lojinha. Estamos virando europeus, lembra como os portugas viviam com as lojinhas em SP e no RJ? Daquele jeito.


Wednesday, August 21, 2013

Grandes Mentiras Que Vinicolas E Sommeliers (eca) Nao Contam A Voce

Existe uma frase magica no mundo do vinho, entre tantas, que acontece assim: "Vinho feito em quantidades muito pequenas (exemplo), somente 5,000 garrafas dessa joia foram engarrafadas''. etc, etc.

Ai que lindo.

Allora, o que pouca gente (ou ninguem diz) he que esses vinhos muitas vezes sao produzidos aos milhoes de garrafas, somente a etiqueta e a marca he que mudam. Eu que o diga, ja importei vinho que era importado com outras marcas por mais duas importadoras. E tinha um mega selo de origem na garrafa.

Gente iniciante e de media litragem.....wise up, pelo amor. Cuidado com milagres e ''joias'' que caem nas maos ''somente para voces''.

Por isso que os selos de origem dao alguma (ALGUMA) tranquildade em relacao a origem.


Boa Noticia News (P/ Pessimistas): Planeta Continua Rumo A Desgraca.

E eu estava para escrever algo sobre a tontice chamada ''vinhos sustentaveis". Vai um aperitivo antes.

PS: Estado de SP tera colapso no sistema de agua ate 2030. E voce enchendo o lixo de piscina para alegrar seus filhos e causar inveja no cunhado. Trouxa.

Um pouco de noticia requentada (aqui )

Cidades jĆ” consomem 70% dos recursos naturais do planeta

Dados da Organização das Nações Unidas constatam que mais da metade da população mundial estÔ nas cidades e jÔ é responsÔvel pelo consumo de 70% de todos os recursos que o homem retira da natureza. Até 2050, com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, a Terra terÔ 6 bilhões de habitantes, quase 90% da população atual, vivendo no espaço urbano. Diante desses números, governos estaduais, prefeituras e comunidades precisam reconhecer o valor do capital natural (Ôgua, solo, biodiversidade). Os formuladores de políticas públicas têm razões de sobra para tentar encontrar, o mais rÔpido possível, soluções de combate à degradação dos ecossistemas e minimização da perda da biodiversidade.
O alerta estĆ” no relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para PolĆ­ticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglĆŖs), lanƧado no Brasil, em workshop realizado nesta quinta-feira (09/09) em Curitiba (PR) e simultaneamente na BĆ©lgica, ƍndia, JapĆ£o e na Ɓfrica do Sul. Nele, 140 especialistas das Ć”reas de ciĆŖncia, economia e polĆ­tica de mais de 40 paĆ­ses concluĆ­ram que os serviƧos ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhƵes de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.
Segundo o diretor do Departamento de Biodiversidade do MMA, BrÔulio Dias, que representou a ministra Izabella Teixeira no encontro, o relatório é importante para que os gestores públicos reconheçam o valor econÓmico da biodiversidade. Par ele, o documento pode ajudar na solução do impasse entre preservação ambiental e desenvolvimento econÓmico. Mostra (o TEEB) que os serviços ambientais têm o papel de reduzir os impactos ecológicos do desenvolvimento.
O documento reconhece e recorre a dados e exemplos para demonstrar que ecologia e economia não só podem, como devem, caminhar juntas nas políticas públicas. O relatório levanta, principalmente, a questão de valoração e impacto do uso e preservação dos recursos naturais. Os atuais níveis da pegada ecológica e social do homem, nome que os especialistas dão aos recursos naturais necessÔrios para que cada ser humano viva, devem ser incluídos nas contas de planejamento das economias locais. BrÔulio cita como exemplos recentes enchentes e desmoronamentos no Brasil com prejuízos econÓmicos elevados, e bem superiores ao que seria gasto com medidas de preservação do meio ambiente.
O relatório chama a atenção em três aspectos para as quais as políticas públicas precisam estar voltadas: a distribuição dos benefícios da natureza, o uso do conhecimento científico disponível e o engajamento dos gestores e das comunidades envolvidas nas ações de preservação. O relatório estuda, ainda, Ôreas protegidas e o aumento dos benefícios locais da conservação, e dÔ orientações sobre os incentivos de recompensa da boa administração de capital natural local, tais como sistemas de pagamento localmente adaptados por serviços ambientais, certificação e rotulagem.
Esse é o primeiro de uma série de cinco relatórios, que serão levados à Convenção da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, no Japão. Ele contribui também para o Atlas Ambiental online da Agência Europeia de Meio Ambiente, com estudos de vÔrios esforços que jÔ vêm sendo feitos para associar ecossistemas e a biodiversidade nas iniciativas de políticas locais. Segundo Achim Steiner, diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um dos organismos que realizam o workshop, alguns governos locais jÔ acordaram para o problema da preservação ambiental e têm adotado as medidas necessÔrias, com ganhos para suas economias locais. Mas muitos ainda precisam aderir, acredita.
Saiba mais: http://www.teebweb.org

Tuesday, August 20, 2013

Voce Gosta De Brunello? Da Uma Olhada E Toma Nota

A medida que comeƧam a sair os pontos da safra 2008, fica cada vez mais difƭcil identificar algo que valha EUR 10.00, quanto mais EUR 20.00. Ja desisti de importar brunello 2008. Que venham os 09.

   
Se voce gosta de Brunello fica uma dica; nao compre nada da safra 2008. Esses vinhos estão caros (os preços não cedem porque sempre hÔ tonto para comprar isso) e a qualidade esta abismalmente diferente das ultimas safras que foram todas ótimas ou muito boas (2007 a 2004).



Friday, August 16, 2013

Musica De Sexta-Feira

Coroa pegavel. Aniversariante do dia.


Quem Determina O Que Voce Bebe Ou Compra?

Mais uma vez dei a sorte de ter gente tao bem informada que le esse brog. Vejam os numeros abaixo (dica do Rafael Mauaccad). Um leitor da baixada fluminense (espressa-mente blog) diz que quem escolhe ou determina o que se compra sao as importadoras de vinhos.

Sera?

 Fatores de maior importĆ¢ncia

 Uma marca que eu conheƧo – 85%
 Variedade de uva – 81%
 O paĆ­s de origem do vinho – 80%
 Vinhos com longa tradição e linhagem – 80%
 Harmonização com comidas – 80%
 Recomendação de amigos ou familiares – 79%

Dessa primeira lista eu diria que os motivos mais tontos (para mim) seriam os 5 primeiros. MAIOR importancia para uva, marca, origem, tradicao e harmonizacao?


 Fatores de importĆ¢ncia mĆ©dia

 Se os vinhos sĆ£o ou nĆ£o produzidos de maneira 
ambientalmente correta – 68% (quem determina isso? Quem diz realmente o que he correto ou nao?)
 Oferta promocional (ex. desconto no preƧo ou 
3 pelo preƧo de 2) – 66% (SE o desconto for REAL, otimo)
 AparĆŖncia da garrafa e/ou design do rótulo – 58%
 Recomendação de crĆ­ticos ou escritores – 57% (que bom que essa gente nao tem tanto poder assim em relacao influenciar a massa, mas ainda assim 57% he bastante. Sera que essa turma de blog influencia? Minha experiencia profissional diz que eles/elas tem pouquissima influencia).

 Fatores de menor importĆ¢ncia

 Os vinhos recomendados pelos funcionĆ”rios da loja 
ou panfletos da loja – 44% (temos aqui um sintoma da falta de conhecimento dos funcionarios e sommeliers ou excesso de picaretagem que espanta os crientes??)
 Se o vinho ganhou ou nĆ£o uma medalha ou prĆŖmio – 41% (Deveria ser menos visto que qualquer vinho pode ganhar alguma coisa).

Fatores de grande importancia para mim, que teoricamente deveria saber mais que o consumidor comum?

  1. indicacao de quem eu confio (a pessoa ja fez toda a triagem para mim antes).
  2. preco
  3. experiencia (baseada no monte de erro x acerto que ja cometi). garrafas tambem falam...



Guia Paladar De Comida BB em SP

Sera? Vou conferir alguns esse fim de semana.

http://blogs.estadao.com.br/paladar/coma-bem-sem-gastar-tudo-que-tem/

Thursday, August 15, 2013

Quem Realmente Precisa Comprar De Vinhos De R$ 200.00 ou 300.00 ou 400.00 ou R$ 900.00?

Final de semana com degustacao de vinhos bem caros. Ficou no ar um pouco de decepcao entre os presentes quando perguntados se valeu o dinheiro gasto.

Sempre acontece isso. 

Ja tive a chance de degustar muita coisa boa nesse mundo. Mas inevitavelmente vem o retrogosto do exagero financeiro e de uma possivel tentativa de ostentacao de alguem na roda que virou piada.

Sejam vinhos europeus ou do novo mundo pouquissimos rotulos realmente valem (exemplo) R$ 300.00 por 750ml. 

O que pode provocar esses aumentos estratofericos??

Em alguns casos o vinho fica evoluindo na adega do produtor durante anos, ha custo financeiro que se adiciona aos precos, as vezes o proprio custo de producao alto (localidades com muito morro, acesso de maquinas impossivel, custo de mao de obra algo...etc)....

Ou entao o vinho ja vem caro pelo fator oferta x procura. 

Ou a empresa cria uma imagem, o marketing funciona e carrega tudo no preco (exemplo: don peor, almapenada, champagnes da linha basica de corporacoes gigantes).

Hoje ha vinhos da europa que na faixa dos ~ R$ 70 a 80.00 ja encantam, satisfazem com bastante classe. Preco SP.  E assim deveria se-lo, pois R$ 80.00 nao he dinheiro de pinga. Salvo em salinas, terra da pinga cara.

E honestamente o ganho em qualidade de R$ 80.00 a R$ 200.00 nao he tanta coisa. Economistas conhecem bem esse conceito (utility gain/loss). 

Cada vez menos eu busco os mega ultra-caros. 

Just saying.


Perguntar Nao Ofende: Tudo Virou Premio

Propaganda de cerveja ''premio'' na radio de manha. Me lembrou na hora de comentario que aluno fez ontem a noite sobre "tudo hoje em dia virou premio".

Cargos, carros, vinhos, frutas, acessorios, chocolate, cerveja, cafe.

Vulgarizacao total da palavra premio. Gourmet? Idem.

Voce acredita que qualquer produto que leve a palavra premio seja bom? Nem eu.

Tuesday, August 13, 2013

Grandes Cervejas, Pequenos Precos

Precos nem tao pequenos assim, mas ainda assim um canhao de bom gosto e alto conteudo de deliciosidade.

Septem, grega, honey golden ale. Tudo de bom que uma cerveja tem que ter nos 300ml que satisfazem, e bem, o ser vivente. Refrescante e versatil na harmonizacao.

Preco medio ~ R$ 15.00

Deliciosa.

Monday, August 12, 2013

Possivel Acordo Brasil Europa Poderia Transformar Mercado De Vinho. Ou Nao

Nosso querido Financial Times publicou reportagem ontem dizendo que os dois lados estao tentando costurar um acordo comercial. Otimo. 

Sonhar custa pouco, mas pode ser que o vinho seja contemplado nesse acordo e os 27% de imposto de importacao (entram em cascata) sejam derrubados pouco a pouco, como houve no mercosul quando o Chile entrou nessa.

Que tal incluir queijos e embutidos tambem nessa? Chega de pagar R$ 200/kg queijo bom.

Sera que rola?

De qualquer maneira esses acordos levam bom tempo entre o agreement e a implementacao total. Ha muitas barreiras em ambos os lados. Dois blocos MUITO protecionistas.

Dai vem a pergunta inevitavel: Os importadores de vinho abririam mao dos 27% nos precos ou deixariam as coisas como estao e aumentariam bem mais as margens?

Adivinha.

update:
Em igualdade de condicoes/custo os vinhos da europa massacrariam o lixo da america do sul. A nao ser que realmente o mau gosto do consumidor brasileiro seja incuravel.

Saturday, August 10, 2013

Leitura De Sabado: MAIS Um Artigo Sobre Importancia Do Bom Sono

And we're back....

How Sleep Loss Adds to Weight Gain

Evan Sung for The New York Times

Losing sleep tends to make people eat more and gain weight, and now a new study suggests that one reason may be the impact that sleep deprivation has on the brain.
The research showed that depriving people of sleep for one night created pronounced changes in the way their brains responded to high-calorie junk foods. On days when the subjects had not had proper sleep, fattening foods like potato chips and sweets stimulated stronger responses in a part of the brain that helps govern the motivation to eat. But at the same time, the subjects experienced a sharp reduction in activity in the frontal cortex, a higher-level part of the brain where consequences are weighed and rational decisions are made.
The findings suggested that one unfortunate result of sleep loss is this “double hit” in brain activity, said Matthew P. Walker, an author of the study and a professor of psychology and neuroscience at the University of California, Berkeley. A sleepy brain appears to not only respond more strongly to junk food, but also has less ability to rein that impulse in.
Some experts have theorized that in a sleep-deprived state, people eat more food simply to make up for all the calories they expend as they burn the midnight oil. But the new study showed that the changes in brain activity were evident even when the subjects were fed extra food and not experiencing any increased sensations in hunger.
“Their hunger was no different when they were sleep deprived and when they had a normal night of sleep,” Dr. Walker said. “That’s important because it suggests that the changes we’re seeing are caused by sleep deprivation itself, rather than simply being perhaps more metabolically impaired when you’re sleep deprived.”
The relationship between sleep loss and weight gain is a strong one, borne out in a variety of studies over the years. Large population studies show that both adults and children are more likely to be overweight and obese the less they sleep at night. In smaller, controlled studies, scientists find that when people are allowed to sleep eight hours one night and then half that amount on another, they end up eating more on the days when they’ve had less sleep. One pivotal study at the University of Colorado in March showed that losing just a few hours of sleep a few nights in a row caused people to pack on an average of about two pounds.
Other studies have found that the underlying effects of sleep deprivation on the body can in many ways be pronounced. The stress hormone cortisol climbs and markers of inflammation rise. Hormones that stimulate appetite increase, while hormones that blunt it drop. People become less sensitive to insulin, raising their risk of Type 2 diabetes.
But until now, few if any studies have looked at precisely what goes on in the brain when people are starved of sleep and then faced with food decisions.
In the new study, which was published in the journal Nature Communications, Dr. Walker and his colleagues recruited 23 healthy men and women and assigned them to two different regimes, each separated by about a week. On one occasion, the subjects came into the lab and got a normal night of rest – roughly eight hours – before waking up to a small breakfast of toast and strawberry jam.
The subjects then looked at 80 pictures of a variety of foods and were asked to rate how strongly they wanted them while an imaging machine measured brain activity. The subjects were told that after looking through the pictures, they would receive one of the foods that they rated the highest.
On another occasion, the subjects followed the same routine, but this time, instead of sleeping, they stayed awake through the night. They were also given snacks – like apples and peanut butter crackers – to offset any extra calories that they burned while staying awake.
The research showed that when the subjects were bleary-eyed and sleep-deprived, they strongly preferred the food choices that were highest in calories, like desserts, chocolate and potato chips. The sleepier they felt, the more they wanted the calorie-rich foods. In fact, the foods they requested when they were sleep deprived added up to about 600 calories more than the foods that they wanted when they were well rested.
At the same time, brain scans showed that on the morning after the subjects’ sleepless night, the heavily caloric foods produced intense activity in an almond-shaped structure called the amygdala, which helps regulate basic emotions as well as our desires for things like food and experiences. That was accompanied by sharply reduced responses in cortical areas of the frontal lobe that regulate decision-making, providing top down control of the amygdala and other primitive brain structures.
One expert who was not involved in the new study, Dr. Kenneth P. Wright Jr., called the findings exciting and said that they help explain why people make poor dietary choices and eat much more than they need to when fatigued.
“There’s something that changes in our brain when we’re sleepy that’s irrespective of how much energy we need,” said Dr. Wright, the director of the sleep and chronobiology lab at the University of Colorado at Boulder. “The brain wants more even when the energy need has been fulfilled.”
But why would a lack of sleep disrupt the brain response to food?
Dr. Walker said he suspected that one factor that plays a role is a substance called adenosine, a metabolic byproduct that disrupts neural function and promotes sleepiness as it accumulates in the brain. One of the ways that caffeine stimulates wakefulness is by blocking adenosine. Adenosine is also cleared from the system when we sleep.
Without enough rest, adenosine builds up and may start to degrade communication between networks in the brain, Dr. Walker said. Getting sleep may be the equivalent of rebooting the brain.
“I think you have about 16 hours of optimal functioning before the brain needs to go offline and sleep,” he said. “If you go beyond these 16 hours into the realm of sleep deprivation, then those brain networks start to break down and become dysfunctional.”
Dr. Walker said it was increasingly clear from the medical literature that there is not a single tissue in the body that is not beneficially affected by sleep.
“It’s the single most effective thing people can do every day to reset their brain and body health,” he said.


Friday, August 9, 2013

Thursday, August 8, 2013

Grandes Viagens: Norte De Portugal

Turista esperto fica fora do modismo, do excesso de gente, dos locais caros que nao valem 1/6 do preco que se pede por uma estadia ou refeicao.

Dica de ouro para voces: Norte de Portugal, o pa. Eu conheco Lisboa e afins e nao acho graca ali. Mas para quem vai pela primeira vez, da uma passada so para ver o de melhor mais tarde.

Recomendo alguns poucos dias no Porto, cidade com toda cara de interior de Brasil, so que bem mais segura, barata, com lugares para comer maravilhosos e baratos, e para quem gosta de exercicios ao ar livre, moleza. Pensando melhor nao tem cara nenhuma de Brasil.

Do Porto para o norte a coisa fica ainda melhor. Ate a Galicia para quem tem tempo. Praias, natureza, vegetacao, vinhos e comidas espetaculares por um preco que deprime na volta.

Algumas cidades que valem sua visita por um bom motivo que seja cultural, gastronomico, de paisagem ou sei la mais o que:

Porto- Matosinhos: Siga em direcao a foz do rio Douro. Na cidade de Matosinhos ha varias marisqueiras ou coisa parecida na rua, perto da praia. Ali voce escolhe seu peixe ou artigo similar. Coma no proprio restaurante, claro. E peca vinho a vontade. 

Viana do Castelo: Cidade muito bonita, costeira. Praia que cair os olhos das orbitas. Olhe para cima e veja o morro de Sta Luzia. Va se hospedar no hotel que ha la em cima. Uma paz e beleza incrivel de cima.

Ponte de Lima: Quer jogar golfe em um lugar lindo, barato e calmo? Procure o hotel na regiao que tem campo de golfe. Coma em qualquer lugar. Garanto que a comida vale os 10.00 Euros.

Guimaraes: Cidade historica, aprazivel, cercada de cultura. Otima comida, povo simpatico. Parada obrigatoria. Procure um restaurante chamado ETC. Fica escondido, mas a comida que he servida junto a um vinho verde branco por 8.00 EUR he maravilhosa. Direito a cafe e sobremesa.

Braga: Voce quer mesmo fazer shopping: Entao va a Braga. Cidade do tamanho de uma pequena no Brasil.... imagino algo como Campo Grande, Londrina. Mas ali voce podera ver que realmente nao compensa fazer compras em Portugal. Mas tente a sorte.

Volto um dia para falar de Galicia.

Teste Do Azeite De Oliva Na Geladeira: Mito Urbano Ou Funciona??

Voces decidem. Eu fico com as opinioes que estao no artigo. Eu continuo com a mesma velha opiniao de sempre: Azeite somente de pequenos produtores que produzem pequenos volumes do mesmo. Chance de dar errado bem menor.

Ha um trilhao de informacoes disponiveis... vai uma de ajuda

http://www.oliveoiltimes.com/olive-oil-basics/olive-oil-fridge-test/32830


Wednesday, August 7, 2013

Mercado Do Azeite Premium Nao Muda Ate Novembro

He o que me garantiu um produtor de azeite de verdade (ambos sao de verdade, o produtor e o azeite). Estamos com os estoques dos bons azeites no chao quase e quem importar agora corre o risco de morrer com o estoque cheio.

Lembro que os bons azeites subiram ha mais de um ano em 50% no preco. E ainda temos o cambio aqui para atrapalhar.

O seu azeite que voce compra em supermercado continua com o preco garantido....ali he so dar uma batizada no "azeite" e a vida continua soberba.




O Segredo Das Baixas Vendas De Vinho Rose? Acho Que O Achei

Sabado foi dia de degustacao com alguns vinhos em casa. Tomo alguma coisa e o resto vai para panela, ralo (pobre rio Pinheiros), ou na floreira do vizinho de baixo, um chifrudo insuportavel. Ele mal sabe porque as plantas vivem feias.

Um vinho me chamou a atencao em um aspecto particular. Chego la. Benegas Rose, importado pela gigante Decanter. Argentino feito com cabernet franc.

Vinho correto, sem defeitos graves, pronto para beber. Um pouco caro (algo comum nessas empresas grandes) para os atributos que tem, mas ainda assim se o tomasse novamente nao torceria o nariz.

Eis que me pego correndo pela rua gritando que havia achado a resposta para o fracasso do vinho rose no Brasil:

Sao quase todos iguais. Mesma coisa, muda corte, muda uva, mas o aroma e o gosto muda muito pouco. Onde esta a variacao, a diferenca , o efeito "ahhhhhhhh, delicia" ?

Principalmente na America do Sul he quase tudo "vinho da mesma pipa" (como dizem em alagoas, nas campanhas eleitorais). 

Foi uma mega desilusao achar que essa era minha resposta a pergunta sobre o vinho rose. Talvez mais uma resposta no meio de tantas.... alguem ai tem mais para por no caldo das ideias??




Perguntar Nao Ofende: Blitz Contra Motoristas Alcoolizados

Domingo de noite voltando de uma reuniao de negocios, perto das 10:00 hs, fui parado numa famosa blitz contra os pingucos. Bem em frente ao parque do povo, em SP.

Metralhadoras, PMs e algumas PMeas tambem. A que me parou era bonitinha. Pontos para a PM. 

Quando dirijo nao tomo nada. Passei com louvor e ainda fiz gracinhas com a moca.

Enquanto isso ha 500 metros de la (Itaim, Jardins) alguns restaurantes sofriam arrastao e em mais um monte de bares havia um tantao de gente enchendo a lata.

Por que nao fazer blitz alcoolica na saida de bares e afins? Aposto que a receita do dia ($$ din din $$) seria bem maior.

Friday, August 2, 2013

Wine Weekend (Em Ingles De Novo, Blargh) Mostra Aquilo Que Todos Ja Sabem

Falei com varios importadores que estiveram como expositores no 'wine weekend' no parque do Ibirapuera (templo sagrado da saude em SP) fim de semana passado.

O resultado? Quem ''abaixou'' (sic) os precos se deu muito bem. Venderam para KCTA.
Nao he segredo que ha um numero enorme de importadores que estao na UTI financeira. E com estoques altos como o diabo, so ha uma saida para pagar o banco: Queimar estoque/precos. Consumidor ha tempos que nao quer saber de "10% off". Nem falsos 50% de desconto.

Obvio que ao ter que renovar o estoque terao que pagar muito mais (vide cambio), os clientes ja estarao acostumados com o preco recessao e ai meus chapas, he fechar porta e ir para praia.

Enofilo chic vai ao 'wine weekend' em SP.... 

Mais Um Aumento De Imposto. Parabens SP!!

E mais um governo que fica sem meu voto. Aumentar imposto durante uma fase tao ruim quanto essa? Voces estao onde?

§ 1° - Para fins do disposto no “caput”, o ƍndice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST serĆ”:
1 - para vinhos, cavas, champagnes, espumantes, filtrados doces, proseccos, sangria e sidras:
a) 43,39%, na saída de produtos nacionais classificados na posição 2204.10 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH;
b) 68,24%, na saĆ­da de outros produtos nacionais;
c) 56,91%, na saĆ­da de produtos importados;
2 - na saĆ­da das demais bebidas, 61,38%.
§ 2° - Os IVAs-ST indicados no § 1°:
1 - aplicam-se no perĆ­odo de 01 de julho de 2013 a 31 de agosto de 2013;
2 - corresponderão a 109,63% a partir de 01-09-2013.
ParĆ”grafo Ćŗnico - O atraso no cumprimento do prazo previsto no inciso I do “caput” deste artigo poderĆ” acarretar:
1 - o adiamento proporcional na implementação do IVA-ST resultante do levantamento de preços;
2 - a aplicação do IVA-ST de 109,63% enquanto não ocorrer a implementação mencionada no item 1.
Artigo 5° - Fica revogada, a partir de 01 de julho de 2013, a Portaria CAT-166/12, de 26 de dezembro de 2012.
Artigo 6° - Esta portaria entra em vigor em 01-07-2013.

Musica De Sexta-Feira

Bom fim de semana para os CLTs da vida.